segunda-feira, 13 de junho de 2016

Esperança de tentante





Quando saímos da consulta do médico, meu marido me convidou para viajar. Ele estava de férias e eu não estou mais trabalhando, né...Topei.

Assim, levando em conta que havia uma pequena possibilidade do Red chegar em plena viagem...Mas topei ir, isso é que é viver fortes emoções. Marcamos de ir para Jericoacora, a 5 horas de Fortaleza. Seria um bate e volta, iríamos numa terça e retornaríamos na quinta... Por que? Porque agora temos um bebê em casa (o auau) e iríamos deixá-lo na minha mãe. Como ele é muito bebê ficamos meio com o coração na mão, mas seriam poucos dias. Arriscamos.

Meus seios estavam incomodando muito. Comecei a desconfiar, numa cabeça de tentante sempre há esperança.

Chegamos de viagem e nada do Red. Nos outros últimos dois meses, o ciclo tinha tido 26 dias. E chegamos de viagem exatamente no dia 26dc. Sei, é muita ansiedade da pessoa, massss resolvi fazer um beta. Afinal se estivesse grávida, era melhor descobrir logo e iniciar as medicações o mais rápido. Era muito cedo ainda... porque afinal já tive ciclo que chegaram até 35dc... Mas resolvi tentar, quem sabe dava alguma coisa. E se não desse, era só questão de esperar o Red chegar e se não chegasse repetir o exame. Pragmatismo puro.

Fiz o exame no 27dc, sexta. Resultado saiu menor 1,2. Fiquei na dúvida, esse 1,2 era a referência do laboratório ouuuu realmente tinha parecido algum hcg? Conversei com a minha amiga do blog (Do sonho a espera) e ela me convenceu que era só a referencia do laboratório mesmo. Desacanei. Não, não era gravidez.

Segunda, dia 13.06, a noite o Red chegou com tudo. Marquei o ultrassom para quarta, 3dc. E também faria os exames hormonais.

Obs. [Post liberado em atraso...]

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Atualizações do lado de cá... Consulta de retorno

Ainda em estado de choque com essa nova perspectiva sobre uma próxima gravidez. Gravidez de risco, ou gravidez preciosa, como falou o médico hematologista. Tenho muito medo de viver tudo aquilo novamente... A espera interminável até as ultrassom, a insegurança de não saber se estava tudo bem.

Apesar de ser um verdadeiro vencedor, meu guerreirinho não conseguiu permanecer comigo batendo o coração. Causa hormonal? Problemas de coagulação? Má formação? Nunca saberemos... E dói, como dói, a saudade que ele deixou...

Só que desistir não é uma opção. Então...

Exames em mãos liguei para agendar o retorno com o Dr Famosinho. Consegui para duas semanas depois... Esse médico famosinho não é tão acessível quanto o outro médico que eu ia.

Enfim, chegou o dia do retorno da consulta do Dr Famosinho.

Estava nervosa com esse retorno, não tinha gostado do médico na 1ª consulta. Mas resolvi insistir porque realmente o protocolo dele parece ser bem interessante. Depois de refletir muito, achei que devia expressar esse meu sentimento de incompreensão para o médico, afinal se eu for fazer tratamento com ele, espero ter o mínimo de compreensão.

Não sei se após eu dizer isso mudou alguma coisa, mas eu me senti melhor.

Bem, o médico olhou os exames.

Disse que meu marido NÃO tinha varicocele mesmo. Nos exames hormonais dele, só havia uma alteração na prolactina. Mas eu nem tava estressada com isso, pois foi coisa de 1% e o meu marido tinha ido caminhando pro laboratório e nem fez "repouso" antes de colher o exame. O médico não falou nada a respeito, então eu deduzi que tava tudo ok nos hormonais também.

Ele olhou a minha ressonância e disse que não havia mioma mesmo... Aí eu falei novamente que na videohisterospia foram procurar o tal mioma e também não haviam achado nada. Com a ressonância, está mais que confirmado que não tem mioma nenhum.

Aí ele falou novamente como era o protocolo da fiv dele. Que é feito em três etapas. A primeira é a indução, ele induz e congela (ele disse que as taxas são melhores se transferir congelados pq o corpo está livre dos hormônios). Na outra etapa faz a injuria e ele falou que no ciclo da injuria, ele pretende usar intralip também (acho que ele viu o meu exame de NK que o outro médico havia passado, mas não tenho certeza porque ele não comentou nada a respeito). E depois... transfere e usa um medicamento chamado atosiban (eu li que evita a contração do útero). Quanto tempo exatamente leva tudo isso? Não sei kkkkkkkk Eu acho que uns três meses.

Perguntei sobre as medicações do hematologista. Ele disse para não usar, por enquanto, usar somente as vitaminas que o hematologista passou. Porque para fazer a punção, eu corro o risco de hemorragia se tiver tomando o AAS ou a Clexane. Perguntei se devia continuar com o Damater, polivitaminico que o outro médico havia prescrito, ele disse para suspender e ficar só com as vitaminas do hematologista.

Aí ele perguntou quando que eu iria menstruar... e eu realmente não sei, meu ciclo é doido. Quando o ciclo chegasse, eu avisasse para marcar a US do 3º dia, para começarmos a indução (oi?). Perguntei lá dos cistos que tinham aparecido na ressonância. Aí ele disse que eles não atrapalhavam, mas que iria ver na US como estavam para decidir se começava nesse ciclo ou só depois. O.O Aí também me entregaram uma guia para fazer exames de sangue no 3dc e trazer os resultados quando viesse fazer a US. Achei interessante essa parte dos exames (na minha 1 fiv, o médico não pediu essa avaliação hormonal no início da indução não).

Bem, e é isso... Estamos aguardando o RED.


domingo, 5 de junho de 2016

Perda Gestacional ::

A perda gestacional é uma perda real e uma dor imensa: não a subestime Mulheres que perdem seus filhos em algum estágio da gestação recebem menos compaixão do que uma mãe que perde o filho depois do nascimento.




Nenhum luto é comparável ou pode ser classificado em alguma hierarquia (embora a nossa sociedade faça isso o tempo todo). Mas dá pra dizer entre os lutos que são subestimados ou impedidos de serem chorados, a perda gestacional, precoce ou tardia, é particularmente cruel.

Se você quer ajudar alguém que sofreu uma perda gestacional, a primeira coisa, portanto, é não subestimar a sua dor. Ela é tão grande, acredite, como a de uma mãe que perde um filho depois do nascimento. A partir dessa premissa de respeito e empatia as atitudes positivas em direção dos pais que sofreram a perda devem ser equivalentes às que você dirigiria a uma mãe ou pai que perdeu um filho já nascido.

– Não subestime a dor da perda gestacional.
– Não aja, em relação à mãe ou pai enlutados, como se nada tivesse acontecido.
– Não diga que “eles ainda terão outros filhos”.
– Não pergunte se eles “já começaram a praticar”.
– Se o bebê já tinha um nome, refira-se a ele pelo nome ao manifestar seus sentimentos.
– Pergunte se pode ajudar de alguma forma.
– Se a pessoa quiser falar sobre o assunto, esteja preparado para ouvir.
– Se houver um funeral como no caso das perdas tardias, não pense em faltar (você não faltaria ao enterro de uma criança já nascida).
– Em suas conversas com a família evite culpar a equipe médica, o hospital ou a forma de parto escolhido ou qualquer coisa que só agrava o sofrimento.
– Evite indicar novos profissionais para “a próxima vez”.
– Não diga para a mãe ou pai que eles têm que superar rapidamente.
– Permita que o casal tenha seu tempo de luto. Não existe um limite ou uma regra de normalidade para a tristeza passar.

Existem grupos de apoio à perda gestacional e neonatal, como o Do luto à Luta que reúne depoimentos de quem vive ou viveu esse drama e informações e orientações úteis e inspiradoras para ajudar os pais nesse momento. Para entender o que se passa no coração de uma mãe que sofreu uma perda gestacional entrevistei uma amiga querida, a editora Clarissa Oliveira, que no ano passado perdeu seu primeiro filho, o Martin, com 40 semanas de gravidez.

O que, além da dor da perda, foi mais difícil para você, seu marido e família, ao enfrentar o drama da morte do filho antes do nascimento?
O mais difícil foi entender “quem eu era” depois da morte do Martin e voltar à vida com essa nova identidade, essa trágica história para contar. O primeiro mês, apesar da dor imensa e da saudade infinita, foi mais tranquilo, pois me permiti ficar protegida, cercada somente de pessoas mais próximas, e sentia muito amor e muita gratidão por ter vivido com ele, mesmo que por tão pouco tempo. Mas ter de enxergar o “horror” das pessoas ao se defrontarem com a minha perda me assombrava. No fim das contas, acabou sendo menos terrível do que na minha fantasia.
Para o meu marido e a minha mãe, a sensação de injustiça foi muito ruim. Como eu já havia lidado com a indignação do “por que eu? Por que comigo” antes (já que passamos por uma série de tratamentos para engravidar), eu não tinha essa expectativa de justiça, então fui poupada desses pensamentos torturantes.

Os hospitais estão preparados para oferecer acolhimento e respeito nessa situação?
Fui atendida numa maternidade particular por uma equipe humanizada (composta por obstetra, assistente e anestesista), além de contar com a presença do meu companheiro, duas doulas (profissionais voltadas para o apoio emocional do parto e puerpério) e a minha mãe. A indução ocorreu num quarto escuro e silencioso e eu pari no centro cirúrgico, onde me permitiram ficar quase uma hora com o meu filho. Considerando outras histórias que ouvi, acho que fui privilegiada. Tive o parto normal que eu quis, sem lacerações nem violência obstétrica, e tive um momento íntimo com o Martin e o meu companheiro. Limpei, beijei, vesti e conversei com ele. Foi o momento mais sublime da minha vida.

No entanto, gostaria de ter tido a oportunidade de passar mais tempo com ele – de levá-lo para o quarto, por exemplo, em vez de me sentir pressionada para liberar a sala de parto no centro cirúrgico. Também me foi oferecido um remédio para secar o meu leite, que recusei. Gostaria que tivessem me perguntado sobre isso, porque se eu não fosse uma pessoa questionadora e desconfiada, teria tomado o remédio e me privado do processo de produzir, ordenhar e doar leite, que foi primordial no meu processo de cura.

O que, entre a rede de apoio de amigos e familiares, ajudou vocês?
A “blindagem” que a minha família, meus amigos, minha equipe no trabalho e minha doulas fizeram foi essencial naquele primeiro momento. As mensagens de amor e a presença no enterro (e depois) também foram muito importantes. Faço análise e foi ótimo já ter uma relação estabelecida com um profissional ao invés de buscar ajuda de um estranho. Depois de um mês, mais ou menos, busquei contato com pessoas que também passaram pela perda gestacional ou neonatal e sensação de não estar só foi reconfortante.

O que não ajudou?
A falta de contato de alguns amigos e a culpabilização não dita – porém evidente – de alguns parentes. Embora eu entenda a dificuldade dos outros em lidar com esse tipo de tragédia, e compreendo que nomear um culpado seja inevitável para alguns, eu esperava mais empatia e presença de algumas pessoas.

O que você gostaria de dizer (ou fazer) a alguém que vivesse a mesma perda?
Gostaria de dizer que eu sinto muito, que estamos juntos. Gostaria de perguntar e dizer o nome do bebê que morreu, e responder com o nome do meu filho. Eu me colocaria à disposição e, caso a pessoa quisesse, indicaria grupos de apoio virtuais ou presenciais. Diria que o amor é infinito, mas a dor é imensa, e pediria que eles se dessem a permissão de senti-la e viver o luto.

Você buscou ou busca alguma ajuda terapêutica especializada?
Eu já fazia análise há anos e continuei com o mesmo analista, que segue a linha junguiana. Fui a um encontro de um grupo de apoio para perdas gestacionais na minha cidade, e foi bom, mas não retornei porque preferi trabalhar o meu luto no meu tempo, de forma mais individual. Mas foi importante ter ido e me conectado com as pessoas, e indico o grupo para quem passou por uma experiência parecida.

Como foi a sua volta ao trabalho? Há algo que você sugeriria nos ambientes de trabalho para ajudar quem passe por uma perda como a sua?
Foi difícil. Eu pedi para voltar antes de terminar minha licença, num esquema de 3 dias por semana. Eu queria “voltar logo”, como incentivavam todos, mas tinha medo de enfrentar “o mundo real”. Meu ambiente de trabalho é muito acima da média. A equipe é muito acolhedora e a empresa é nota dez. Mas foi doloroso, em especial porque alguns colegas não souberam como tocar no assunto e optaram por ignorá-lo completamente. Teve dia em que eu chorei na mesa do computador ou no banheiro e tudo bem, houve compreensão. O que eu acho importante é que o assunto não vire tabu e que não seja ignorado.

Você sente que a perda gestacional é subestimada pela sociedade de uma forma geral?
Sim e não. A minha perda foi uma perda tardia. Eu estava prestes a completar 40 semanas. Não acho que ninguém subestimou a minha dor. No entanto, como o bebê não existiu para muita gente, a reação é como se fosse a dor de uma frustração, e não a perda de uma pessoa real. Isso é muito difícil, porque ouvi coisas como “logo vocês engravidam de novo” e teve parente que nunca falou o nome do meu filho (inclusive cogitaram não ir ao enterro porque tinham “cirurgias marcadas naquela hora”, o que certamente não teriam dito se fosse o enterro de uma criança que chegou a viver fora do útero). A percepção de que o meu filho não existiu para o mundo é terrível. Nesse sentido, eu acho que é uma perda subestimada. Por outro lado, “perder um filho”, no nosso imaginário, é o pior que pode acontecer com uma mulher, então, de certa forma, é até superestimado.

De que forma você acredita que as pessoas poderiam se solidarizar mais e compreender melhor quem passa por uma perda gestacional?
Acho que a empatia é a solução para quase todos os males. Acredito que a única forma de conseguir se solidarizar é se permitir ficar numa situação de desconforto. Sentir a dor junto. Mas esse discurso não combina com os valores do nosso mundo imediatista e “anti-dor”. Portanto, se não for possível se colocar nesse lugar terrível – o que eu entendo–, pelo menos há de se fazer um esforço para não negar ou exacerbar a dor do outro. Alguns pequenos gestos fariam toda a diferença: não fingir que não aconteceu, não comparar dores ou perdas, não apressar o luto, olhar no olho e, sobretudo, dizer o nome do falecido. Há muito poder num nome.

Perda Gestacional :: Perda de bebês

Texto compartilhado no facebook "Arca da Imaginação" 

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PERDA DE BEBÉS

Maria e João são um casal, que têm uma filha e um filho, porém, a filha é de um jeito diferente, eu vou contar a história deste casal:

Aos seis anos Maria e João conheceram-se, e começaram a sentir-se apaixonados um pelo outro aos sete anos, e com 7 anos e meio começaram a namorar. Agora têm 45 anos, mas tiveram sempre a ideia de ter um filho. E, finalmente, Maria estava grávida aos 32 anos.

Quando ia fazer as ecografias, a médica dizia que estava tudo bem com o bebé. Numa ecografia, soube-se que era menina. Maria e João ficaram logo contentes, eles SEMPRE quiseram ter uma menina.

Naquela altura trabalhavam muito, porque, João tinha que ganhar dinheiro para roupa e bonecas e Maria costurava algumas saias, e de vez em quando ia às compras, comprava biberões, chuchas etc.

Fizeram tudo, já tinham mais de cem roupas prontas, um quarto, bonecas, até que na ÚLTIMA ecografia, Maria e João ouviram a frase mais chocante da sua vida:

- Lamentamos muito, mas a sua filha faleceu!

Uma simples frase, só que muito chocante.

Maria e João ficaram devastados,

Maria teve que fazer um parto normal e no fim ver a sua filha nascer morta.

Pouco tempo depois, começaram a ouvir aquelas frases tão desagradáveis.

- Ai já passou! Esquece! Era só um feto! O que interessa são os vivos! Não te lamentes assim: bla bla bla.

MORREU! Não existe! MORREU, PONTO FINAL!- Diziam os outros.

O luto que passaram pela morte de Mariana (filha de Maria e João) foi bastante doloroso.

Eles não perderam um feto, mas sim uma filha!

Maria e João tiveram que lutar contra o luto e contra as pessoas, foram dando pequenos passos, sempre em frente e não dando importância às opiniões dos outros.

Maria engravidou novamente, ainda com o luto. Maria e João achavam que o bebé também ia morrer.

Era um menino, e… nasceu com vida! Apesar de outro filho, Maria e João nunca esquecerão a sua filha. Conseguiram vencer o Luto, agora é só tristeza de vez em quando.

Eles sempre serão pais de 2 filhos, a Mariana e o Rodrigo.

Maria e João decidiram falar de Mariana ao Rodrigo e foram criticados por isso.

As pessoas não sabem o que dizem, porque não sabem o que a Maria e o João sentem no fundo.

O que as pessoas também não sabem, é que, Maria, João e Rodrigo são felizes à maneira deles.

Na casa deles vivem 4 corações, mas só eles é que veem e sabem.

O que eu acho:

Perder um filho na barriga é uma coisa que dói muito, as outras pessoas pedem para esquecer.

Eu sei, porque perdi uma irmã. Ela tem 10 anos e vive no Céu.

Aconteceu aos meus pais o que escrevi na história, mas acho bem eles nunca se terem calado e me terem contado da mana.

Dizem que quando morre um bebé, perde-se. Eu acho que se ganha.

Os meus pais e muitos outros pais, ganharam um filho, embora não viesse com vida.

Eu tenho 9 anos e sei disto tudo. Pergunto porque os adultos não entendem se é tão simples.

Peço aos adultos que respeitem os pais que ganharam filhos no céu.

Dedico esta história a todos os pais que perderam um filho, a todos os irmãos que perderam irmãos, aos meus pais e, especialmente, à minha irmã Mónica.

sábado, 4 de junho de 2016

Você iria nascer...esta semana




Eu poderia encher as redes sociais com imagens belas e alegres. Mas como eu posso fazer isso se meu coração está tão triste? Devo fingir que estou feliz? Devo fingir que tudo está bem? Devo fingir que não tenho saudade do filho que estaria nascendo esta semana, dia 04? Devo fingir que não tenho medo do futuro e suas tantas incertezas? ... Sim, estou triste. Talvez melhore... algum dia.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Grupos e o pesadelo sem fim

Oi meninas que ainda lêem o blog,

Atualmente participo de alguns vários grupos no zap (é muito assunto para um grupo só kkkkkk). As vezes acho curioso algumas coisas.

As meninas do grupo de tentante ainda estão com aquela mentalidade "de começo das tentativas". É aquela energia diferente que toda recém tentante tem. Todo aquele otimismo e expectativa... O assunto é receitinhas para ajudar, muco, período fértil, sintomas, atraso, vida de tentante.
não falam muito sobre coito programado, IA, FIV, abortos,trombofilia, imunologia da reprodução...

As meninas do grupo de fiv, falam bastante sobre os procedimentos, medicações, sintomas e tal, vida de tentante. É um grupo um pouco mais "frio". Mais ligado realmente aos procedimentos e resultados. 
não falam muito sobre abortos, trombofilia, fatores imunologicos...

As meninas do grupo de aborto, falam muito sobre aborto, luto, exames, trombofilia, imunologia da reprodução. Também um grupo super emotivo, todas sofreram abortos, nas mais variadas etapas da gravidez. Muitas ainda permanecem sem diagnostico da causa.
não falam muito sobre muco, período fértil, sintomas, atraso, vida de tentante, tratamentos de infertilidade...

As meninas do grupo de trombofilia, falam muito sobre trombofilia, abortos, luto e exames. É um grupo emotivo, a maioria precisa tomar medicação injetável diária durante a gestação, algumas tiveram abortos e isto é um grande fantasma.
não falam muito sobre tratamentos de infertilidade, nem sobre imunologia da reprodução...

As vezes eu fico meio perdida, querendo encontrar alguém na mesma situação que eu. Acho algumas pessoas com alguns aspectos em comum, mas até agora não encontrei ninguém com tantas coisas em comum assim. As vezes eu mesma fico pensando, acho minha situação tão surreal. É como eu tivesse dormindo presa num pesadelo e a qualquer momento fosse acordar e ver que nada disso é realidade.


quarta-feira, 25 de maio de 2016

Trombofilia :: Acompanhamento na gravidez

Exames imprescindíveis para acompanhar a trombofilia na gravidez

Dímero
Fibrinogênio
Homocisteína

Hemograma completo
Coagulograma completo
Hepatograma
Dosagem do fator Anti-Xa (atividade)



Obs Quando há coagulos no sangue o Dimero começa a alterar
Aí aumento a dose da enoxaparina pra diminuir os coágulos