sábado, 28 de fevereiro de 2015

:: OFF TOPIC :: Como superei o medo de dirigir

Ando observando muitas pessoas na mesma situação que vivenciei durante sete anos... Resolvi compartilhar um pouquinho da história de como que superei o medo de dirigir.

Imagina como é... Completou 18 anos e tirou a carteira. Mas as pessoas não confiam que você dirija e simplesmente não deixam você dirigir. Vai passando o tempo e até você mesmo perde a confiança de que é capaz de dirigir. Só pensar na possibilidade de estar no banco do motorista lhe apavora. Mas o tempo vai passando... A vida continua e você sempre dependente dos outros “ me leva no sei onde...” “vem me buscar...”. E assim foram sete anos... Habilitada sim, mas condutora não. Até que consegui mudar o rumo dessa história, conquistei minha independência de ir e vir.


Como foi?
Já estava casada há dois anos e ainda era estudante universitária na época. Depois de algumas brigas com o marido (ele estava cansado de ir me deixar e me pegar na faculdade...). Resolvemos que, apesar de eu já ser habilitada há anos (eu passei de primeiríssima no teste do DETRAN, assim que fiz 18 anos...), eu iria voltar para á fazer aulas de direção, aproveitando o período de férias.

O processo das aulas demorou cerca de quatro semanas, todo dia uma aula. Na primeira semana, eu fiz no carro do instrutor, era um celta e tinha o freio mágico... Na segunda semana, eu fiz no outro carro do instrutor, este, não tinha o freio mágico... E na terceira e quarta semanas, eu fiz no meu carro.

O bom é que nenhum dos carros possuía indicação nenhuma que é "autoescola", porque quando o povo sabe que a pessoa está "aprendendo" faz é atrapalhar, fica buzinando sem motivo. Fazem coisas só para atrapalhar.

Eu só lembro quando, no processo de tirar a carteira de habilitação, há dez anos, estava no carro da autoescola, parei no sinal vermelho e o carro de trás ficou buzinando totalmente sem motivo. Afinal o sinal vermelho, tem que esperar ficar verde ué. Era só para me deixar nervosa.

Como eram as aulas?
As primeiras foram mais para “relembrar” como era dirigir. Afinal, eu tinha pavor de dirigir, não pegava no carro de jeito nenhum. Mas, em três aulas, eu já estava mais ou menos lembrada de tudo. Depois disso, as aulas eram mais para me dar segurança. Íamos aos destinos que eu sabia que teria que ir, variamos em todos os trajetos possíveis para chegar a eles. Íamos para ladeiras. Íamos treinar baliza.

E, assim, retornaram as aulas. E passei a dirigir todos os dias. Coincidentemente, precisei fazer uns trabalhos em uma obra que ficava na BR... Imagina? Eu sozinha dirigindo na BR? Com aqueles caminhões todos? O.O Mas deu super certo. \o/  Hoje em dia, to me localizando melhor, sei quais os melhores caminhos e tudo. Eu ensino caminhos para os meus pais, tios, marido... Acho isso o máximo. \o/

Sim, foi um processo complicado. Durante os sete anos que fui habilitada... Tentei começar a dirigir de fato várias vezes (pai, mãe, namorado - na época ainda era namorado =P... todos tentavam dar aulas de como dirigir... Mais atrapalhava, do que ajudava, na verdade). Sempre acontecia alguma coisa que me deixava muito nervosa e eu desistia.  Era algo que me deixava muito para baixo, eu ficava imaginando como que ia levar as crianças para a escola, para a natação, para o balé...  Quando eu era criança, minha mãe sempre me levava para tudo. Como que eu iria poder fazer isso com os meus filhos, se eu não dirigia?? Eu me preocupava tanto com isso =P kkkkkkk Mas, graças a Deus e, as brigas com o marido (às vezes as coisas ruins acabam por nos impulsionar a coisas boas...), superei o medo e dirijo para todo canto.


Chove chuva...

E hoje Fortaleza amanheceu...


Tão nublado que acordei achando que ainda estava de madrugada... tudo tão escuro...

Detesto dias nublados! Fica muito "deprimente"... Fora todos os transtornos, ruas alagadas, sujeira, congestionamento... Gosto do céu azul, que é muito mais alegre.

Marido está tentando a me convencer a ir almoçar fora, mas, sinceramente, a vontade de sair de casa com essa chuva... está quase zero.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Muitas teorias

Nessa imersão ao mundo da maternidade aprendi muita coisa. E tenho muitas teorias... Desejando muito poder coloca-las em prática logo. Lógico que bate aquela incerteza, de que tudo que tenho são teorias que não sei como funcionariam na prática... Mas vamos lá né. Heheh

Teorias sobre criação, educação, desenvolvimento, alimentação... Tanta coisa.

Tem a questão da amamentação. Que por todos os relatos que vejo, é algo complicado, difícil, mas que se tiver persistência é algo muito recompensador... Eu fiz redução de mama, mas teoricamente não deve ser um problema, veremos as cenas dos próximos capítulos. Apesar de ter feito redução, eu ainda tenho muito busto, quando eu falo que não sei como será essa história de amamentação que eu não sei se terei leite e bla bla bla. Marido só fala “ah, mas seria um desperdício tão grande...Com esses peitos todo, é para dar muito leite”. Tão engraçado ele falando isso, eu fiquei meio me sentindo uma “vaca leiteira”, massss tudo bem. Tomara que venha sim, muito leite. O negocio é acertar a tal “pega”. Se ela tiver certinha, não é para doer tanto. =P

E depois da amamentação? Na introdução alimentar? Já ouviram falar no BLW? Eu gostei muito da proposta, mas na prática não sei ainda se seria viável para mim. Vou pensar mais a respeito. Talvez marido seja relutante (ninguém da família dele ou da minha, adotou o método...). Minha mãe também é tradicionalista, acho que na primeira engasgada, ela ficaria histérica. Bem, talvez até eu fique histérica... Por isso mesmo, é que não sei se para mim seria viável, vamos ver.

E para o quartinho? Já ouviram falar de Montessori? Também gostei da proposta, mas vou adotar só parcialmente... Porque o berço, eu faço questão de ter (talvez no segundo filho, eu veja que o berço, poderia ser mesmo dispensável...). Mas fora a ausência de berço, eu gostei da questão da barra (vou ver se é viável no quarto), do espelho e do móvel para organizar os brinquedos...

Educação? Vocês sabiam que existem quatro métodos de ensino diferentes? Ainda não pesquisei tanto sobre eles, por enquanto, só conheço o montessoriano e o tradicional... Depois trago mais informações sobre os quatro tipos.

Tanta coisa... Tantas teorias...

Começando as observações do ciclo 1

Como eu falei, esse mês será de observações. Continuo fazendo o diário (estou fazendo o diário desde do dia 11.01, naquele spotting super estranho que não era red), agora, pelo menos, o diário será algo mais “fidedigno” tendo a data do RED como base.

Não, não consegui medir a temperatura basal ainda. E eu estou tendo sérias dúvidas, se irei conseguir medir isso mesmo.

Vou ser um pouco repetitiva agora, mas é porque o relato não é só para vocês, é para mim também. Eu sou péssima de lembrar as coisas, então preciso anotar e repetir repetir repetir senão esqueço totalmente.

Como foi o red?
“Domingo a tarde tive um episódio de manchinha rosa no papel. Crente que já ia chegar, fiquei toda animada...e depois desanimada total... porque não teve mais nenhum sinal até... Segunda a tarde... Alguns vários episódios de manchas... Mas somente no papel. Na terça... Chegou com força total \o/ Aleluia. Início do 1º Ciclo - dia 24.02.15” Na quarta a tarde (dia 25.02.15), praticamente acabou, alguns poucos episódios no papel. Foi o red mais curto que já tive... De fluxo mesmo durou apenas 24horas, exatamente. Nem quando usava AC, era assim tão curto. Mas, o fluxo foi intenso, talvez uma coisa tenha compensado a outra. Já andei pesquisando, aparentemente é normal. Nada a se preocupar.

Ontem, dia 26.02.15, tive uma coisa estranha (pode se chamar também preguiça monstra kkkk). Cheguei para almoçar mais ou menos 11:30, estava esperando marido chegar. Estava me sentindo meio lesada, com bastante sono. Pois nesse meio tempo peguei no sono, dormi mais ou menos 1hora, aí ele chegou. Almoçamos e...Voltei a dormir. O.O Teria dormido a tarde inteira, se marido não tivesse me acordado. Nossa, super estranho. Não sou tão preguiçosa assim não. ¬¬

Meus seios amanheceram sensíveis hoje, pelas pesquisas que já tinha feito, ou é retenção de líquido ou é algo relacionado com o estrogênio e a progesterona. Nessa fase pós red, é para haver um aumento no nível de estrogênio, então explicaria a sensibilidade nos seios. Só espero que ele esteja aumentando certinho... Nem mais e nem menos.

É nessas horas que bate a tentação de iniciar as tentativas logo. Porque é uma incerteza tão grande se será algo rápido, se irá demorar... Mas não dá, melhor começar só em Abril. Porque ia ficar uma zona e eu iria me arrepender igual nesse mês.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Violência Obstétrica

Não gosto de pensar nisso.

Determinadas coisas acho melhor evitar de saber. Sabem aquele ditado que diz “gente ignorante é mais feliz”, poiseh. Não sou gestante, mas há alguns anos com esse desejo crescente de ser, mergulhei fundo nesse mundo... E acho que o mundo em minha volta meio que também mergulhou junto.  Atualmente, só o que se fala é em parto, violência obstétrica.

Hoje assisti um vídeo de uma mãe relatando o parto dela. Foi parto por via vaginal, mas que, infelizmente, houve a tão temida episiotomia. O famoso corte naquela área.

Ando relutante em querer pesquisar sobre esse assunto (parto, tipos de parto...). Porque tudo que observo são coisas negativas, um desrespeito sem tamanho com a mulher gestante. Tenho visto que Infelizmente, qualquer tipo de parto que a gestante faça, ela está a mercê de sofrer violência obstétrica. 

É tão incompreensível essa falta de humanização no atendimento a gestante. Durante o pré-natal, no parto, no pós parto, na amamentação... É tanta insensibilidade junta. E a mulher, num período da vida em que a pessoa está mais sensível, se sentindo mais fragilizada...

Teve um caso aqui em Fortaleza, que uma gestante estava internada para realizar um parto cesárea. Começaram os preparativos para o parto sem que o médico estivesse presente (parece que ele deu instruções para as enfermeiras via celular), injetaram alguma coisa na gestante e ela teve uma reação alérgica ao medicamento. Não houve tempo suficiente para reverter o quadro, a moça faleceu e o bebê está em coma até hoje (já faz mais de ano isso...). Tratam o parto com descaso tão grande...  Ai, não gosto mesmo de ver essas coisas. Deixa-me tão sem esperança com o Brasil e com o mundo (apesar que não sei como é nos outros países...).

Até parece que nunca existiu parto viu ¬¬ 
Afinal uma coisa tão rotineira, não devia ser tão complicada assim...


Violência Obstétrica = Violência contra a mulher e a criança

Uma das piores formas de violência que eu conheço é a violência obstétrica, pelas seguintes razões:

- Atinge dois seres que estão vulneráveis, e ao mesmo tempo: a mãe e o bebê. Às vezes atinge também o acompanhante, em geral o pai do bebê.
- É perpetrada por um grupo que tem o domínio (equipe profissional) em seu próprio campo de batalha (o hospital, a sala de parto)
- Muitas vezes não tem testemunha (a equipe se cala, o acompanhante muitas vezes foi impedido de assistir o parto)
- Não é reconhecida pela sociedade, que entende que os profisssionas sempre estavam fazendo o seu melhor e que provavelmente a mulher é quem não colaborou/se comportou
- Tem quase 100% de impunidade, pois as poucas denúncias caem no buraco negro dos conselhos profissionais e sindicâncias intermináveis
- Pode causar graves sequelas físicas e psicológicas, e em raros casos, a morte
- Atinge um número absurdo de mulheres em nosso país, se considerarmos todas as suas formas. Podemos estar chegando perto de 100% de mulheres que foram ou serão submetidas a violência obstétrica durante seus partos.

São atos de violência obstétrica:

- Impedir que a mulher seja acompanhada por alguém de sua preferência, familiar de seu círculo social
- Tratar uma mulher em trabalho de parto de forma agressiva, não empática, grosseira, zombateira, ou de qualquer forma que a faça se sentir mal pelo tratamento recebido
- Tratar a mulher de forma inferior, dando-lhe comandos e nomes infantilizados e diminutivos, tratando-a como incapaz.
- Submeter a mulher a procedimentos dolorosos desnecessários ou humilhantes, como lavagem intestinal, raspagem de pelos pubianos, posição ginecológica com portas abertas 
- Impedir a mulher de se comunicar com o "mundo exterior", tirando-lhe a liberdade de telefonar, usar celular, caminhar até a sala de espera, etc
- Fazer graça ou recriminar por qualquer característica ou ato físico como por exemplo obesidade, pelos, estrias, evacuação, etc.
- Fazer graça ou recriminar por qualquer comportamento como gritar, chorar, ter medo, vergonha, etc.
- Dar bronca, ameaçar, chantagear ou cometer assédio moral em qualquer mulher/casal por qualquer decisão que ela possa ter tomado, quando essa decisão for contra as crenças, fé ou valores morais de qualquer pessoa da equipe, por exemplo: não ter feito ou ter feito inadequadamente o pré natal, ter muitos filhos, ser mãe jovem (ou o contrário), ter tido ou tentado um parto em casa, ter tido ou tentado um parto desassistido, ter tentado ou ter efetuado um aborto, ter atrasado a ida ao hospital, não ter informado qualquer dado, seja intencional, seja involuntariamento
- Fazer qualquer procedimento sem explicar antes o que é, por que está sendo oferecido e acima de tudo, SEM PEDIR PERMISSÃO
- Submeter a mulher a mais de um exame de toque (ainda assim quando estritamente necessário), especialmente por mais de um profissional, e sem o consentimento, mesmo que para ensino e treinamento de alunos
- Dar hormônios para tornar mais rápido e intenso um trabalho de parto que está evoluindo normalmente
- Cortar a vagina (episiotomia) da mulher quando não há necessidade (discute-se a real necessidade em mais que 5 a 10% dos partos)
- Dar um ponto na sutura final da vagina de forma a deixá-la menor e mais apertada para aumentar o prazer do cônjuge ("ponto do marido")
- Subir na barriga da mulher para expulsar o feto (manobra de Kristeler - foto)
- Submeter a mulher e/ou o bebê a procedimentos feitos exclusivamente para treinar estudantes e residentes
- Permitir a entrada de pessoas estranhas ao atendimento para "ver o parto", quer sejam estudantes, residentes ou profissionais de saúde, principalmente sem o consentimento prévio da mulher e de seu acompanhante com a chance clara e justa de dizer não
- Fazer uma mulher acreditar que precisa de uma cesariana quando ela não precisa, utilzando de riscos imaginários ou hipotéticos não comprovados (o bebê é grande, a bacia é pequena, o cordão está enrolado)
- Submeter uma mulher a uma cesariana desnecessária, sem a devida explicação dos riscos que ela e seu bebê estão correndo (complicações da cesárea, da gravidez subsequente, risco de prematuridade do bebê, complicações a médio e longo prazo para mãe e bebê)
- Submeter bebês saudáveis a aspiração de rotina, injeções e procedimentos na primeira hora de vida, antes que tenham sido colocados em contato pele a pele e de terem tido a chance de mamar.
- Separar bebês saudáveis de suas mães sem necessidade clínica

 Se você, mulher, foi submetida a qualquer um desses atos de violência, denuncie. Não permita que a violência se perpetue. Será necessário que milhares de mulheres se ergam e digam basta, até que as mulheres parem de sofrer. O parto é um momento de alegria, de prazer. A dor fisiológica é suportável. Mas a dor da violência, essa pode se tornar insuportável e deixar profundas marcas.

Para denunciar:
1) Exija seu prontuário no hospital (ele é um documento seu, que fica depositado no hospital, mas as cópias devem ser entregues sem questionamento e custos)
2) Escreva uma carta contando em detalhes que tipo de violência você sofreu e como se sentiu.
---> Se o seu parto foi no SUS, envie a carta para a Ouvidoria do Hospital com cópia para a Diretoria Clínica, para a Secretaria Municipal de Saúde e para a Secretaria Estadual de Saúde.
---> Se o seu parto foi em hospital da rede privada, envie sua carta para a Diretoria Clínica do Hospital, com cópia para a Diretoria do seu Plano de Saúde, para a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e para as Secretarias Municipal e Estadual de Saúde. Existem outras instâncias de denúncia, dependendo da gravidade da violência recebida, mas um advogado deveria ser consultado.

Não silencie. Grite!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Sonhar Sonhar

Sei que quem está nesse caminho a mais tempo que eu, não verá romantismo, mas...

Começou um ciclo e isso se significa um mar de possibilidades. Deu até vontade de voltar a sonhar, coisa que não estava mais fazendo (afinal foram praticamente três meses de angustia). Nossa, foram quase três meses só nessa história de esperar o red... Ansiedade? Angustia? Simmmm. Por não saber o que estava acontecendo e na verdade por mais que tenham dado uma possível causa, ainda não dá para saber como vão desenrolar as coisas.

A palavra chave continua sendo aguardar. Sim, pois não sei se próximo mês haverá ciclo, ou não. Não sei a duração do ciclo. Não conheço os sinais de ovulação (ou talvez sim, aquele muco do mês passado, eu disse que estava suspeito =P).  Em março devo fechar o play kkkkkk Vou ser forte, me controlar. Só devo começar a tentar em Abril. Preciso desse ciclo observando para que eu não fique tão perdida.

Estava fazendo algumas projeções, se meu ciclo durar 31 dias (como era quando eu tomava pílula...Lógico que ainda vamos ver como será na realidade né), e eu engravidar em Abril (kkkkkkkk eu disse que estava SONHANDO ta). Lá nas calculadoras do babycenter diz que se engravidar mais ou menos entre 10 e 15 de abril (possível período fértil), a data provável para o parto seria 1º de janeiro.  Fiquei só imaginando a cena... Virada do ano, a família toda reunião, eu com aquele barrigão e, de repente, corre todo mundo para a maternidade. Já pensou??

Pelas minhas projeções, bebê nascer ainda em 2015, já era. Agora, de todo jeito, só nasce em 2016, vou estar com 29 anos. aiai Eu queria tanto que fosse antes dos trinta... Mas, vamos ver o que o destino reserva.

Este ano, ainda não sonhei que estava grávida. Em 2013, eu sonhava tanto. Era tão bom, era tão real. Quem sabe não sonhe novamente agora que estou um pouco mais tranquila?

Não estranhem se eu começar a falar de coisinhas de bebê e criança como se já até tivesse uma. Estarei apenas imaginando, sonhando... Mas... um dia, sim, será verdade.