quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Tipos de muco cervical

Retirado de: http://cantinhosstg.blogspot.com.br/2012/08/tipos-de-muco-cervical.html

Seco (Dry) Registre seu fluido cervical como "seco" se você não tem presente líquido cervical ; se detectar nenhum líquido cervical em sua calcinha, e se sua vagina fica seca. Você pode esperar para ver ambos os dias secos antes da ovulação logo após a menstruação e após a ovulação.
Registre"seca" se você não for capaz de coletar ou ver algum líquido cervical, mesmo se sente dentro de sua vagina ligeiramente úmida.

Sticky: Registre seu fluido cervical como "sticky" se for como uma cola líquida, rígida ou quebradiça e se quebra facilmente e rapidamente e, se não é facilmente esticado. Provavelmente será amarelada ou branca, mas também poderia ser mais clara. Você pode ou não pode ver algum líquido pegajoso cervical antes e após a ovulação.

Creamy: Registre seu fluido cervical como "cremoso", se é como creme hidratante, branca ou amarela ou parecida com maionese ou como uma farinha misturada com água. Ele pode esticar um pouco, mas não muito e quebram facilmente.

Watery ou "aguado" : o seu fluido cervical é claro e mais se assemelha a água. Pode ser elástico também. Este líquido cervical é considerado fértil, geralmente antecede ao fluído "clara de ovo".

Clara de ovo (Egg white): Este é o fluido mais fértil do colo do útero. Registre clara de ovo , caso seu fluido cervical pareça com a clara de ovo cru, é elástica e clara, transparente ou branca, ou mesmo ligeiramente rosada. Ele também lembra sêmen (e tem muitas das mesmas propriedades físicas para permitir que o esperma de viajar e ser nutrido). Você deve ser capaz de esticá-lo entre o polegar e o dedo indicador.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

10 elogios que seus filhos precisam ouvir


Crianças precisam de elogios. Use esses 10 elogios para mostrar ao seu filho o quanto você se importa.
Por Heather Hale

Nossos filhos precisam ouvir palavras de afirmação de nós a cada dia. Às vezes, é fácil esquecer que nossos filhos têm as mesmas necessidades profundas e emocionais que nós. Mas quando paramos nossas tarefas para elogiá-los de maneira sincera, isso aumenta a sua autoestima e a qualidade de nosso relacionamento com eles. Se você está querendo ter uma conexão mais profunda com seus filhos, pense em como você pode adaptar um desses 10 elogios especialmente para eles.

1. Adoro ver você jogar/fazer isso
Você cai na armadilha de apenas parabenizar seu filho quando ele é bem-sucedido em alguma coisa? Em vez disso, tente elogiar os seus esforços, seja no campo de futebol, na sala de aula ou ajudando em casa. Ensine a seu filho que é o esforço, mas nem sempre o resultado, que importa. Esse é o caminho mais rápido para construir uma autoestima saudável.

2. Estou tão feliz por você ter escolhido passar um tempo comigo hoje
Se não fizermos esforços para nos aproximar de nossos filhos, eles vão correr na direção oposta. Quando a criança escolhe passar um tempo com o querido e velho pai, elogie seu uso do tempo. Faça com que ela saiba que você aprecia o seu esforço para se aproximar.

3. Você fez um ótimo trabalho fazendo isso sozinho
Às vezes, as tentativas de independência de nossos filhos não dão muito certo, mas isso não significa que devemos repreendê-los. Toda vez que seu filho tentar ser independente, reconheça e recompense seus esforços.

4. Eu gosto de seus amigos
Conforme nossos filhos ficam mais velhos, vamos perdendo influência na questão amigos. Quando seu filho trouxer para casa amigos que você aprova, diga isso a ele. Apesar das evidências mostrarem o contrário, ele quer sua aprovação. Ele vai ouvir sua opinião sobre seus amigos quando for apresentada de uma forma positiva.

5. Você está muito bonito hoje
Um dos melhores presentes que podemos dar aos nossos filhos é uma maneira saudável de ver a aparência. Quando você elogia uma característica que a criança não pode mudar, como a cor dos olhos ou a composição corporal, isso envia a mensagem de que a beleza é algo que você tem ou não. Em vez disso, elogie o penteado apropriado, a escolha de roupas apropriadas e um sorriso vencedor; todas as coisas que seu filho pode controlar.

6. Obrigada pela sua atitude hoje
Mais cedo ou mais tarde, temos que fazer coisas que não queremos fazer. Deixe para o seu filho a mensagem de que a atitude conta, mesmo quando você se encontra em uma situação ruim.

7. Que legal que você aprendeu isso
A infância e a adolescência têm vários marcos. Não os deixe passar despercebidos. Quando seu filho dominar um conceito matemático difícil ou trouxer para casa uma licença provisória para dirigir, faça o seu entusiasmo corresponder a alegria de seu filho. Compartilhe seus triunfos.

8. Você me inspira
Às vezes, as crianças sentem como se estivessem abaixo de seus pais. Embora os pais mereçam muito respeito, os filhos precisam saber que eles abençoam a sua vida, tanto quanto você abençoa a deles. Diga-lhes o quanto você aprecia sua criatividade e energia e como o exemplo deles influencia você positivamente.

9. Você é um ótimo irmão ou uma ótima irmã
Relacionamentos entre irmãos podem causar alguns dramas, então elogie seus filhos quando eles se esforçarem para fazer as pazes. Quando seu filho não continua com uma discussão, ele merece reconhecimento, tanto para o seu próprio bem quanto para inspirar as outras crianças na casa.

10. Sou tão grata(o) por você ser parte da nossa família
Dias ruins vêm e vão. Os filhos crescem e mudam, mas seu filho precisa sentir-se seguro em seu lugar na família. Conforme ele vai para a escola, ganha independência, e eventualmente sai de casa, ele precisa saber que ele sempre terá um lugar especial em seu coração e na unidade familiar.


Traduzido e adaptado por Sarah Pierina do original 10 compliments your kids need to hear.

Aborto III - Aborto de Repetição

O aborto de repetição é caracterizado quando há perda de três gestações seguidas, com o mesmo parceiro. Se a mulher tem mais de 35 anos, dois abortos em sequência já podem indicar o problema. O aborto pode ocorrer até a vigésima semana de gravidez, mas normalmente ocorre antes de completarem 12 semanas, no meu caso foi com 8, 6 e 5 semanas respectivamente. Cerca de 0,5% dos casais sofrem com esta dificuldade, pois é, fui me encaixar bem nessa porcentagem.
As causas dos abortos de repetição podem ser das mais variadas, e pode uma pessoa apresentar até mais de uma causa, são elas:

Causas genéticas;
Causas uterinas;
Causas imunológicas;
Causas autoimunes;
Causas hematológicas;
Causas hormonais e infecciosas.

Causas Genéticas: Estas são as causadas pelas alterações cromossômicas, que inviabilizam a vida. Alterações na estrutura ou no número dos cromossomos podem ser causadas ao acaso ou induzidas por uma alteração de cromossomos dos pais. Aquelas que ocorrem ao acaso não são repetitivas, são as causadoras de abortos ocasionais que estão dentro do percentual de 10% de todas as gestações. Aquelas herdadas dos pais é que se enquadram na repetitividade. Todo abortamento, mesmo que seja o primeiro, deverá ter o material eliminado analisado. O habitual é realizar o estudo microscópico do material curetado, juntamente com um exame genético, que poderá demonstrar a causa mais comum de perda gestacional. Dependendo da alteração, os pais deverão ser estudados. O exame solicitado aos pais é o cariótipo. Este mostrará a estrutura e o numero dos cromossomos. Se este resultado é anormal, um aconselhamento genético deve ser feito, para que o especialista em Reprodução Humana possa calcular a incidência do problema em futuras gestações. A alteração cromossômica é uma das causas mais complicada de abortamento. Se o casal tem translocação balanceada, o risco de transmiti-la de forma não balanceada para o feto é de 25%. É um índice elevado, uma vez que em cada quatro gestações uma apresentará a alteração. Como não há tratamento que consiga modificar a genética, a única saída é partir para a fertilização assistida com a doação de óvulos ou de espermatozóides, dependendo do lado que venha o problema.


Causas Uterinas: Alterações da cavidade uterina podem impedir o crescimento da gestação. Existem malformações da cavidade uterina que são incompatíveis com a evolução de uma gravidez. Patologias como os miomas, pólipos e processos inflamatórios também podem agir desta forma. O exame para avaliação da cavidade do útero é a histeroscopia, onde é possível ter a visão direta da cavidade uterina. Em geral, os abortos mais tardios estão relacionados com malformações uterinas, como o útero didelfo (dois úteros formados por dois cornos uterinos e dois colos), o útero bicorno (dois corpos uterinos em um só colo), o útero septado (com um fenda na cavidade uterina) e incompetência cervical. No meu caso realizei uma Histeroscopia após o terceiro aborto e foi diagnosticado sinéquias uterinas, as sinéquias uterinas ocorrem principalmente como conseqüência de processos infecciosos intra-uterinos ou após procedimentos cirúrgicos, como a curetagem uterina. As sinéquias estão também associada a alterações da capacidade reprodutiva, manifestada por infertilidade ou mesmo abortamento habitual.


Causas imunológicas: Uma gestação é formada pela junção de partes do componente genético do marido com partes da mulher. O feto formado a partir de então será um ser com constituição imunológica diferente do pai e da mãe. Quando uma gravidez se instala, o feto passa a fazer parte do organismo da mãe, como um órgão transplantado. Habitualmente, quando o sistema imunológico entra em contato com um corpo estranho, desenvolve anticorpos específicos. Mas, durante a gravidez, o sistema imune 'tolera' esta situação. E um mecanismo ainda desconhecido faz com que o sistema imunológico não rejeite a gravidez. Quando o organismo rejeita a gravidez, esse tipo de aborto se chama alo-imune, e o problema deve ser identificado e tratado antes da mulher engravidar. A genotipagem, ou seja, a pesquisa genética, mostra se há compatibilidade entre marido e mulher. Quanto maior for a compatibilidade genética, maior o risco de aborto. O ideal é que os dois sejam bastante incompatíveis, do ponto de vista genético. O tratamento do problema consiste em sensibilizar a mãe com os antígenos do marido por meio da infusão de leucócitos paternos antes da gravidez, para que ela crie anticorpos e reconheça o embrião quando for implantado em seu útero, já que ele carrega características genéticas do pai. Nem todos os especialistas aceitam esse tipo de tratamento, questionam em como ficará a imunidade da mulher após o tratamento.

Causas autoimunes: Existem casos em que o indivíduo pode desenvolver anticorpos contra os próprios tecidos ou órgãos, esta alteração dá origem às doenças autoimunes, como o lupus sistêmico. Muitas mulheres podem ser assintomáticas durante a vida normal, mas no momento de uma gravidez podem exacerbar este problema, vindo a desenvolver uma desta síndromes. O mecanismo pelo qual o organismo induziria o aborto se explica pelo acúmulo destes fatores, causando alterações da coagulação, trombose das veias da placenta e mau funcionamento do tecido placentário. Há a possibilidade, por meio de exames de sangue de detecção das alterações autoimunes. O tratamento, normalmente, se baseia no uso de anticoagulantes. Mas, para cada alteração há uma indicação terapêutica própria.

Causas hematológicas: Alterações dos fatores de coagulação do sangue podem aumentar na sua intensidade diante de situações hormonais especificas. Durante a gravidez, com a modificação hormonal do corpo, o sistema de coagulação pode se modificar. Se uma mulher tem esta tendência ou deficiência poderá desencadear uma trombose placentária, o que levará a um desenvolvimento diminuído do feto ou mesmo morte fetal, com conseqüente abortamento. O diagnóstico deste problema é feito por uma série de testes de coagulação. O tratamento pode englobar desde a prescrição de aspirinas até o uso de anticoagulantes injetáveis. Esse foi um outro diagnóstico nas minhas investigações, a pessoa que o tem a deficiência de aticoagulantes no sangue é portadora de Trombofilia, mas quero abrir um tópico mais pra frente para falar somente sobre isso, pois nem todos os médicos solicitam a pesquisa desta deficiência, e quando ela é tratada desde o início da gestação pode-se evitar muitas complicações.

Causas Hormonais e Infecciosas: Estas são causas, que durante muitos anos, foram as únicas para explicar a origem dos abortamentos. Toxoplasmose, brucelose e outras infecções podem ser consideradas como causadoras de um aborto, mas nunca da repetição destes. A doença, na sua forma ativa, pode provocar aborto, mas após a cura, não deixa seqüela que faça a repetição das perdas.
Os hormônios também são comumente apontados como causadores do abortamento. As deficiências na ovulação e na produção de progesterona levam à dificuldades ou à impossibilidade de engravidar. Para que uma gravidez se instale é necessário um índice hormonal adequado, produzido pelo ovário, estimulado pela placenta. É por incrível que pareça eu também tenho deficiência na produção de Progesterona na fase após a ovulação do ciclo menstrual, ou seja, sou prova viva de que podemos ter mais de uma causa para os abortos de repetição, por isso é tão importante investigar todas, e não parar quando encontramos a primeira.

Devido a ser um novo campo de estudo entre os Médicos, ainda existem situações em que não é possível estabelecer a causa de uma perda gestacional repetida, e nesses casos infelizmente temos que nos cercar de todos os lados quando engravidarmos e pedir aos céus que abençoem nossas gestações.

Aborto II: Sintomas de Aborto

 Existem muitos sinais que o corpo pode dar informando que está acontecendo algo de errado com sua gestação. Os possíveis sintomas incluem:

· Sangramento da vagina, onde a quantidade pode variar de algumas gotas de sangue à sangramento intenso (meu segundo aborto tive sangramento intenso com coágulos durante dois dias, pra terem idéia eu trocara de absorvente a cada 10 minutos.) o sangramento pode começar sem nenhum aviso, ou pode apresentar um corrimento escuro inicialmente, como foi o meu.
· Dor como câimbra no baixo ventre
· Secreção abundante proveniente da vagina sem sangue ou dor (quando a bolsa d´água estoura)
· Pode também perceber algum material sólido passando no canal vaginal, se conseguir, guarde o material para ser examinado pelo seu médico.
· É possível também que você não tenha perda de sangue ou dor, porém não sinta mais nenhum sintoma de gravidez. Neste caso o embrião/feto pode ter parado de desenvolver e não exista mais batimentos cardíacos.

Os abortos espontâneos (inevitáveis) podem ser completos ou incompletos (retidos). No aborto completo, o colo do útero se abre e o material fetal é expelido totalmente, normalmente seguido de sangramento muitas vezes intenso. No aborto incompleto só uma parte do material fetal é expelida, neste caso, uma dilatação do colo do útero associada a uma curetagem ou procedimento de sucção pode ser exigido para remover o restante do feto e da placenta.
Um aborto geralmente não coloca em risco a saúde da mulher, a não ser que seja incompleto, e caso isto ocorra sem ser diagnosticado e tratado, o sangramento pode continuar e o tecido deixado no útero pode infeccionar. Meu 1º aborto foi incompleto (retido), fiquei 52 dias com o saco gestacional no útero até decidir procurar outro ginecologista, pois o meu dizia que o material ia sair espontâneamente. Tive que passar por uma curetagem de urgência pois eu já estava com febres sugerindo uma possível infecção.

Uma informação que eu acho importante a gestante saber é que uma queda da mãe raramente causa aborto, pois o bebê está muito bem protegido dentro do útero, e não há nenhuma evidência que estresse emocional ou físico, ou atividade sexual, possam causar aborto numa gravidez normal.
Caso você apresente alguma ameaça de aborto, não se desespere totalmente, ainda há chances da sua gravidez continuar. Se o seu colo do útero permanecer fechado, mesmo com um pequeno sangramento, provavelmente seu Ginecologista indicará para você repousar e alguns receitam medicamentos para conter supostas contrações e normalmente indicam o uso da Progesterona por precaução de uma deficiência deste hormônio.

Aborto I: O aborto espontâneo

Aborto, palavra que me causa calafrios na espinha, como eu peço todos os dias para não passar por isso novamente. Na minha jornada, foram três, posso dizer que foram os piores dias de minha vida.
O 1º aborto foi com 8 semanas, meu GO não pôde me atender neste dia pois teve um parto de urgência, seria minha primeira Ultrassonografia, estava super ansiosa para escutar o “Tum,Tum,Tum” do meu milagrinho. Pois bem, querendo ou não tive que fazer uma Ultrassonografia naquele dia. Estava em casa quando fui ao banheiro e vi minha calcinha toda suja de borra na cor acastanhada, mostrei para minha mãe e ela disse que era normal, não contente fui à emergência onde foi constatado que o amor da minha vida estava sem batimentos cardíacos. Meu mundo desmoronou. Assim começou a minha saga...
Segundo a medicina, o aborto espontâneo se trata de uma perda fetal antes de 20 semanas de gestação ou a perda de um feto com peso inferior a 500g, uma fatalidade, e que esta é muito comum ocorrer com 20% a 25% das mulheres que engravidam (cada 100 mulheres que ficam grávidas, até 30 delas poderão perder seus bebês), principalmente nas gestações iniciais. Para a maioria das mulheres, 50% das gestações não progridem, existem mulheres até que já passaram por um aborto e nem imaginam, pois pareceu a estas como um simples atraso menstrual com um fluxo um pouco mais intenso quando o ciclo se iniciou.
A causa mais comum de aborto (a que meu GO disse que provavelmente era a minha), é a causa cromossômica, 75% das gestações perdidas são decorrentes de anomalias cromossômicas. É muito importante o casal saber que na grande maioria das vezes é a natureza que impede que um ser com problemas se desenvolva e o próprio organismo interrompe a gestação, onde ocorre o aborto espontâneo.
Outras causas de abortos, menos comuns, são as doenças infecciosas, problemas hormonais, anomalias da estrutura do útero, problemas imunológicos e fatores ambientais (tabagismo, alcoolismo, etc.). Gostaria de falar sobre essas causas mais detalhadamente, por isso vou dividir este assunto em tópicos, pois existe muita informação para ser compartilhada.
Na prática, embora um aborto ocorra normalmente em pelo menos 20% das gestações naturais, não é considerado errado que se dê início a uma pesquisa da causa do aborto logo após a primeira perda. Na verdade a forma com que o casal encara o aborto vai depender muito do médico, da ansiedade, do desejo e da disponibilidade econômica do deste para realizar esses exames. Sinceramente, se eu pudesse voltar no tempo não teria deixado me levar para a forma tão corriqueira com que alguns Ginecologistas tratam o aborto, eu talvez eu não teria tido o segundo, muito menos o terceiro.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Escala de Desenvolvimento Atividades Vida Diária

Escala Desenvolvimento Atividades de Vida Diária - Vestuário

-tira a meia-18 meses
-tira o sapato-2 anos
-tira a calça (necessita de ajuda para passar nos quadris)-2 anos
-desabotoa os botões médios da camisa-3 anos
-desamarra o laço-3 anos
-tira a roupa sem fechos-3 anos
-veste cueca /calças-3 anos
-veste meias-4 anos
-abotoa botões grandes de camisa-4 anos
-enfia laço no sapato-4 anos
-veste-se e despe-se com ajuda-4 anos
-abotoa botões tamanho médio-5 anos
-veste-se,exceto pequenas abotoações-5 anos
-amarra sapatos-6 anos
-abotoa botões pequeno-6 anos


Escala Desenvolvimento da Atividade de Vida Diária - Alimentação

-segura a mamadeira com duas mãos-24 semanas
-bebe num copo com ajuda-28 semanas
-usa os dedos para alimentar-se-9 meses
-bebe num copo sem ajuda-18 meses
-segura a colher-12 meses
-mastiga sozinho-12 meses
-enche a colher com alimento-18 meses
-levanta o copo e bebe bem-18 meses
-segura o copo com uma mão-2 anos
-desembrulha a bala-2 anos
-alimenta-se com colher sozinho-2 anos
-precisa-se um pouco de ajuda na alimentação-brinca-2 anos
-alimenta-se sozinho-3 anos
-derrama água de jarra para o copo-3 anos
-interressa-se em preparar a mesa-3 anos
-levanta-se da mesa com frequência-3 anos
alimenta-se com garfo-4 anos
-bebe pelo canudo-4 anos
-fala e come/quase nunca se levanta da mesa-4 anos
-come rapidamente-5 anos
-usa a faca para cortar alimento-6 anos

Escala de Desenvolvimento Atividades Vida Diária - Higiene

-controle esfincter diurno-2 anos
-lava e enxuga partes da mão-2 anos
-pede para ir ao banheiro-2 anos
-lava e enxuga as mãos-3 anos
-controle esfíncter noturno-3 anos
-escova os dentes-4 anos
-lava e enxuga o rosto-4 anos
-penteia e escova os cabelos-6 anos
-limpa o nariz-6 anos

A rotina do pré-natal: o que esperar

Quantas consultas de pré-natal terei ao longo da gravidez?

Em geral, a grávida tem uma consulta a cada quatro semanas (uma por mês), até por volta de 34 semanas, quando começa a ir ao médico com mais frequência. Depois de 36 semanas, as consultas costumam ser a cada duas semanas, depois semanais, a partir de 38 semanas.

Depois das 40 semanas, as consultas podem acontecer a cada dois ou três dias.

O Ministério da Saúde considera seis consultas o número mínimo para um pré-natal saudável. Mas, seguindo o esquema acima, você pode ter bem mais que isso, de 10 a 15 consultas.

O que vai acontecer nas consultas de pré-natal?

A consulta é a chance de você tirar suas dúvidas com o médico, portanto não se esqueça de levá-las anotadas. Normalmente nas consultas o médico faz o seguinte:

· Mede sua pressão arterial e verifica seus outros sinais vitais (coração, pulmões)

· Pesa você

· Ausculta o coração do bebê com um aparelhinho especial (a partir de 14 semanas)

· Mede a sua barriga com uma fita métrica, para verificar a altura uterina

· Faz exame de toque para ver se há dilatação (somente nas últimas semanas da gravidez)

· Pede exames e analisa os resultados

· Conversa com você, dá orientações e esclarece suas dúvidas

Alguns obstetras particulares possuem aparelho de ultrassom no consultório e mostram o bebê em todas as consultas. 

Pelo serviço público, pode haver atividades e bate-papo com uma enfermeira e outras grávidas na sala de espera ou algum outro espaço destinado a encontros de grupo.


Quantos ultrassons vou fazer?

O número de ultrassonografias ao longo da gravidez varia muito. Mas as ecografias mais frequentes são:

· Logo depois de descobrir a gravidez, até 10-13 semanas, para confirmar o tempo de gestação, ter certeza de que o bebê está se desenvolvendo no lugar certo e detectar gestações múltiplas. (Opcional)

· Translucência nucal, que é um ultrassom realizado entre 11 e 13 semanas para medir uma dobra específica na nuca do bebê, em busca de sinais de problemas genéticos como a síndrome de Down.

· Ultrassom para descobrir o sexo, a partir de 16 semanas. (Opcional)

· Morfológico, que é um ultrassom detalhado para verificar o desenvolvimento dos órgãos do bebê e a posição da placenta.

· Ultrassom para verificar o tamanho do bebê, sua posição, a quantidade de líquido amniótico e a posição da placenta, nas últimas semanas de gravidez.

· Ultrassom para verificar o o comprimento do colo do útero, em caso de suspeita de risco de parto prematuro.

· Ultrassom 3-D e 4-D, caso haja suspeita de alguma má-formação ou só para deixar a mãe contente de ver o bebê com mais detalhes.
E exames de sangue?

Na primeira consulta o médico deve pedir vários exames de sangue de rotina, para verificar qual é seu tipo de sangue (Rh positivo ou Rh negativo), ver se há anemia e detectar anticorpos para sífilis, hepatite B, rubéola, toxoplasmose e a presença do vírus HIV.

Também pode pedir a dosagem do beta-hCG.

A partir de 8 semanas já é possível fazer um exame de sangue de sexagem fetal, que revela o sexo do bebê, mas o objetivo é apenas matar a curiosidade dos pais, portanto você vai ter de pagar (e muito) do seu bolso.

Existe um exame de sangue que a partir de 10 semanas consegue detectar, além do sexo, outros problemas genéticos, principalmente a síndrome de Down eliminando em caso de negativo a necessidade de exames invasivos.

Esse exame é caro e ainda não é coberto pela maior parte dos planos de saúde. Como alternativa, há um exame de sangue que mede certos marcadores bioquímicos e que, através de uma combinação matemática com a translucência nucal, indica se há possibilidade maior de haver alguma síndrome. Em caso positivo, são indicados os exames invasivos. 

Entre 20 e 24 semanas, você vai fazer novos exames de sangue para ver se há diabete gestacional. O procedimento mais comum é verificar a metabolização do açúcar. Você faz um exame de glicemia em jejum, depois bebe um líquido doce e, duas horas depois, repete o exame.

Quais são os exames invasivos e para que servem?

Quando há algum motivo para desconfiar de problemas genéticos no bebê, como uma alteração nas medidas da dobra da nuca ou em marcadores bioquímicos, um exame não-invasivo positivo, ou a idade avançada da mãe, é possível retirar células fetais de dentro da barriga, através de uma agulha, para fazer uma análise genética e confirmar a presença ou ausência de eventuais síndromes.

Esses exames são a biópsia do vilo corial, a amniocentese e a cordocentese. São invasivos porque exigem a retirada de material do útero, e têm um pequeno risco de infecção e aborto. Por isso, só costumam ser realizados em caso de forte suspeita.

A escolha entre os três tipos depende da fase da gestação em que o exame será realizado.

Os exames invasivos fazem a análise direta do material genético do feto, portanto são definitivos no diagnóstico (não há falso positivo nem falso negativo). O sexo também é revelado.

O médico também pediu exame de urina. Por quê?

Durante a gravidez, é muito comum ter infecções urinárias, mesmo sem sintomas. Elas precisam ser tratadas para não prejudicar o andamento da gestação. Por isso o médico pode pedir exames de urina.

Em geral se pede um exame de urina na primeira consulta do pré-natal.

Na segunda metade da gravidez, o exame de urina serve para ajudar no diagnóstico de preeclâmpsia ao detectar a proteinúria.

Há mais algum tipo diferente de exame?

Sim, há mais dois tipos de exame, pelo menos, que você provavelmente vai fazer. Um deles é o teste para detectar o estreptococo B. É um exame simples, feito próximo das 36 semanas, em que se passa uma espécie de cotonete na região da vagina.

Já a cardiotocografia detecta os batimentos cardíacos do bebê e ao mesmo tempo as suas contrações, e é feita perto da hora do parto ou quando há risco de parto prematuro. É apenas um cinto colocado em torno da sua barriga.

A frequência de todos esses exames e a realização de alguns outros dependerá da situação de cada gravidez, que só o médico poderá decidir, com base na conversa que terá com você, no exame clínico e no resultado dos exames.