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sábado, 31 de janeiro de 2015

Reportagem :: O feto aprente

Artigo retirado da Revista Superinteressante

-O filho entende a mãe
Desde o começo da gestação, os sentimentos e os humores maternos afetam o filho, que está exposto aos mesmos hormônios que ela. Fetos rejeitados são candidatos sérios a distúrbios de comportamento.

A sala escura onde você ficou trancado é o útero de sua mãe e a batida de tambor é o coração dela. Os borbulhos que você ouviu vêm do intestino materno. As vozes abafadas são as conversas lá fora, que chegaram até você a partir do quarto mês da gravidez, quando seus ouvidos começaram a funcionar. A voz que predomina é a da sua mãe, porque alcança seus ouvidos por dois caminhos diferentes: vinda de fora, propagada pelo ar, e transmitida pelo corpo, direto das cordas vocais dela até você.
“Para a criança, essas coisas não são simples estímulos”, diz a psicóloga Vera Iaconeli, professora da Universidade Paulista (Unip) e especializada em psiquismo fetal. “Aquilo é a vida, é tudo.” Por isso, se a gestação for desagradável, a criança já vai sair do quarto escuro com uma impressão ruim da própria existência. Segundo estudos recentes, filhos indesejados pela mãe têm maior chance de nascer esquizofrênicos ou autistas. As duas doenças têm em comum o fato de se caracterizarem pela fuga do mundo real. São uma forma de se proteger da hostilidade dos outros.

-Percepção sensorial
Mas como é que os filhotes percebem que são indesejados? Telepatia? Não. É que eles estão ligados à mãe pelo cordão umbilical. Se ela fica assustada, libera substâncias que também vão agir neles. Ansiedade, nervosismo e depressão também são transmitidos quimicamente por hormônios. “Toda situação de estresse atinge o feto”, resume a neuropsiquiatra infantil Theodolinda Mestriner Stocche, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto (SP).
Um experimento do obstetra austríaco Gerhardt Reinold na década de 80 comprova o efeito da química materna sobre o filho. Reinold pediu a mulheres grávidas que se deitassem, enquanto examinava o interior de seus úteros pelas imagens de ultra-som. Ele sabia que aquela posição acalmaria os fetos, mas não contou às mães. Daí fez a maldade de dizer a elas que seus filhos, segundo o ultra-som, tinham parado de se mexer. Elas ficavam apavoradas, achando que havia algo errado, e, quase imediatamente, os fetos também se inquietavam no útero, afetados pela adrenalina liberada pela mãe. É claro que nenhum deles saberia identificar o que sentiam como medo, mas não há dúvida de que eles passaram por um susto.

-Emoções transmitidas
Desconfortos passageiros, como o criado por Reinold, não provocam danos irremediáveis, é claro. Mas quando a gestante passa o tempo todo deprimida por não querer a criança, culpando-a pela guinada do destino que uma gravidez pode representar, aí o feto sentirá o golpe, como se soubesse de tudo. “Ele certamente vai perceber que algo não anda bem e sofrerá”, afirma a neurologista Maria Valeriana Moura Ribeiro, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo.
Até a década passada, achava-se que só depois dos seis meses de gestação os futuros rebentos seriam sensíveis a esse tipo de estímulo. Afinal, é só no término da gravidez que as áreas do cérebro responsáveis pela memória começam a funcionar. Mas, com a sofisticação da aparelhagem de ultra-som, ocorrida nos últimos cinco anos, foi possível observar com precisão as reações intra-uterinas. Hoje, o obstetra consegue enxergar, com cores e imagens tridimensionais, até o movimento ocular do futuro bebê. Com tantas informações novas, descobriu-se que ele reage aos estímulos hormonais a partir do segundo mês de gestação.
Há quem vá ainda mais longe. O médico Eliezer Berenstein, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, acha que existe memória desde a concepção. “Mesmo antes que haja neurônios, as células devem ter alguma maneira de registrar quimicamente o que lhes aconteceu”, acredita ele. “Assim, ajudariam o embrião a não repetir experiências ruins.”

-Ele está escutando tudo
Depois do quarto mês, o feto já reage a sons e ao toque e começa a criar o vínculo afetivo profundo com a mãe.

Não são só químicos os estímulos intra-uterinos que podem influir na personalidade de quem vai nascer. A partir do quarto mês, já há vários sentidos desenvolvidos, inclusive a audição. No século passado, os médicos achavam que o útero era uma cápsula acusticamente isolada do mundo. A criança ficaria então protegida de qualquer barulho que prejudicasse o seu desenvolvimento.
Nos anos 70, obstetras colocaram microfones no interior do corpo de gestantes e concluíram que os sons chegavam, sim, até lá dentro, mas que os barulhos internos da mulher eram tão fortes que pareciam abafar qualquer ruído externo, a não ser que o volume fosse muito alto. Hoje se sabe que o inquilino do útero fica bem mais protegido dos ruídos internos do que se imaginava (na verdade, os resultados anteriores tinham sido obtidos com microfones de má qualidade) e se encontra mais exposto aos sons que vêm de fora.

-Conversas de carinho
Nos últimos anos, surgiram experiências com hidrofones (microfones que funcionam em meios líquidos). A conclusão foi de que as conversas de fora podem, sim, ser ouvidas, mas atenuadas pela gordura e pelos tecidos da mãe – um grito lá fora soa como um lamento em voz baixa. Os resultados apontaram outra novidade: vozes graves, como a masculina, chegam mais fortes que sons agudos, como a voz feminina.
“Quem sabe, não é um recurso da natureza para habituar a criança também à voz do pai?”, se pergunta Berenstein. “A maioria dos homens não sabe o que fazer durante a gravidez e, com medo de parecerem desajeitados ou ridículos, evitam conversar com o filho em gestação”, constata o obstetra. Ele costuma aconselhar seus pacientes a falar constantemente com o futuro filho, demonstrando carinho. É claro que ele não vai entender o sentido das palavras, mas, assim como um pequerrucho qualquer, percebe e se incomoda quando os pais estão bravos ou tristes e gosta de ser tratado com afeto.
A voz da mãe chega com relativa clareza até os ouvidos do filho. “Ele se habitua a ela”, diz a psicóloga Iaconeli. “Por isso, mesmo um recém-nascido reconhece a fala materna e se acalma com ela, o que prova que a relação foi construída durante a gestação.”

-Massagem precoce
Outro sentido bem desenvolvido aos quatro meses é o tato.
“É importante massagear a barriga, tocá-la sempre, fazer o feto sentir que recebe atenção”, explica Berenstein. “Na década passada, achava-se que os bebês de proveta eram mais inteligentes”, conta. “Depois descobrimos o que causava essa impressão: como a gestação deles é assistida mais de perto por motivos médicos, recebem mais estímulos e se desenvolvem melhor.”
O ideal é que toda gestação mereça o mesmo cuidado. O psicólogo francês Jean-Pierre Lecanuet, um dos maiores especialistas mundiais nos sentidos do feto, admitiu à SUPER que “muitas das coisas que estamos descobrindo agora são uma simples confirmação daquilo que alguns pais sempre souberam”. Ou seja, que seus filhos precisam de carinho antes mesmo de vir à luz.

-Pré-escola dentro do útero
Nos últimos três meses de gravidez, o bebê já percebe muito do que acontece ao seu redor. Alguns pesquisadores acham que ele até começa a apreciar música e a se acostumar com a linguagem.

Quando o bebê chega aos seis meses de gestação, tem boa parte dos sentidos de um adulto. O sistema auditivo está completo, ele já percebe diferenças de claridade, tem tato no corpo inteiro, além de paladar e olfato. Por isso, alguns acontecimentos traumáticos nessa fase podem ficar em sua memória inconsciente. “No final da gestação, o feto é mais esperto do que o recém-nascido”, diz Vera Iaconeli.
É que, boiando no líquido amniótico, ele consegue se mover com mais facilidade do que depois de nascer, quando seus membros lhe parecem pesados demais.

-Prazer e aversão
“Nessa fase, o bebê suga, chupa o dedo, mexe as pálpebras, soluça, brinca com o cordão umbilical”, enumera Maria Valeriana, da Unicamp. “Às vezes, ele também chora.” Os modernos aparelhos de ultra-som descobriram que, além de tudo isso, ele começa a sorrir quando algo o agrada e demonstra claramente quando sente aversão. Se a mãe come um quitute diferente, com um toque muito amargo, o líquido amniótico fica amargo também e a fisionomia do feto deixa claro que ele não gostou nada da receita exótica.
O ultra-som também revelou, pelo movimento ocular, que o feto sonha. “Ele passa 16 horas por dia dormindo e sonha durante 65% desse tempo”, diz o neurologista Rubens Reimão, especialista em distúrbios do sono. Não se sabe bem com o que ele sonha. Provavelmente, repassa o que passou durante as breves vigílias. “O final da gestação é a época em que se estabelece a maior quantidade de sinapses, as transmissões entre um neurônio e outro”, prossegue Reimão. “E, para que elas se formem, é preciso estímulo. O sonho é um momento de atividade intensa do cérebro, que favorece a criação das sinapses.” É uma etapa fundamental para ainteligência – quanto mais estímulos, melhor.

-Ensino acelerado
Quer dizer então que o feto cursa uma espécie de pré-escola na barriga da mãe? Em termos, sim. “Já foi mostrado que o recém-nascido prefere e se acalma com músicas que ouviu durante a gestação”, diz Berenstein. “Acredito que a sensibilidade musical possa começar a se formar dentro do útero.”
Há histórias impressionantes, como a do maestro canadense Boris Brott, que, quando criança, estranhava a facilidade com que aprendia trechos de algumas obras. Comentou isso com a mãe, que era violoncelista, e ela lhe disse que esses trechos eram exatamente aqueles que ela tocava enquanto estava grávida e não voltou a executar depois. Também é possível que a habilidade lingüística comece a ser adquirida na fase final da gestação. As mães que conversam com o feto estariam habituando-o ao ritmo e à musicalidade da língua. “Há relatos de crianças que passaram a gravidez em um país estrangeiro, onde a mãe falava outro idioma, e depois tinham dificuldade em aprender a língua pátria”, conta Maria Valeriana.
Ainda não se sabe o quanto se pode aprender no útero. Mas não há dúvida de que, ao sair da sua salinha escura depois de nove meses, você já nasceu sabendo ser o que é. Ao menos um pouco.

- Aos dois meses
O feto percebe o mundo fora do útero.

Os nervos começam a chegar aos pés, mãos e genitais. O bebê vai ter as primeiras sensações táteis e começa a sentir o contato com a mãe.

Há neurônios, mas muitos estão isolados uns dos outros. O bebê não ouve nem vê, mas já sofre com a ansiedade materna.

- Aos quatro meses
O cérebro começa a decifrar os sentidos.
Boa parte das células nervosas já está formada e transmite impulsos nervosos, como os produzidos pelo tato e pela audição.

Já há nervos em quase toda a pele. O feto já sente prazer com a massagem de carinho que a mãe faz na própria barriga.

- Aos seis meses
Quase todos os sentidos funcionam.

O bebê tem receptores táteis em toda a pele e em grande quantidade. Já chora e quase sorri.

O cérebro recebe impulsos nervosos vindos de todas as partes do corpo, transmitindo todos os tipos de sensações.

Os primeiros estímulos visuais permitem que o feto distinga claro e escuro.

O bebê já sente o gosto e o cheiro do líquido amniótico que o envolve.

A audição está totalmente pronta e as vozes lá fora vão habituá-lo à língua.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Apgar - O que é?


Você sabia que nos 5 primeiros minutos de vida, seu filhote já recebe uma "nota"?

Ela se chama APGAR, e avalia a vitalidade do bebê fora do útero, sendo observado vários itens e composto uma nota geral. Esse "teste" é feito no primeiro e quinto minuto do vida do bebê e vai indicar se será necessário algum tratamento imediato ou posterior.

Fonte: Google

Quais são os itens avaliados: cor, respiração, tônus muscular, reflexo e frequência cardíaca, e para cada item o bebê recebe uma nota de 0 a 2, e que somando dá a nota total de Apgar.


Na avaliação de Apgar do primeiro minuto
Notas entre 7 e 10: indicam que o bebê só precisará dos cuidados de rotina normais de pós-parto. 
Notas entre 4 e 6: indicam que algum cuidado extra pode ser necessário. 
Notas abaixo de 4: pode exigir medidas urgentes para salvar vidas.

Na avaliação de Apgar do quinto minuto
Notas entre 7 e 10: indicam situação de normalidade. 
Nota menor que 7: o bebê continuará sendo monitorado e retestado a cada cinco minutos até o vigésimo minuto. 

Vale lembrar que: Notas abaixo do normal não significam que os bebês terão problemas permanentes.

Fonte: Google


Então Mamys e Papys, essa nota é importante? É sim, mas não é indicativo que seu filhote terá alguma problema no futuro, é indicador momentâneo, e não se preocupe se o filhote não "gabaritar", estando na média 7 é uma ótima nota!!

O importante é saber que ele está com saúde não é?! E ele terá chances de te mostrar vários 10 na vida!!

sábado, 13 de dezembro de 2014

15 coisas para fazer antes que os filhos cresçam

Os filhos crescem rapidamente. Se você não prestar atenção, poderá deixar de colecionar memórias incríveis!


Na correria do dia a dia, nem sempre nos damos conta da passagem do tempo. Impressionante como eu olho para o calendário fixo à minha geladeira e me surpreendo com a rapidez com que as folhinhas dos meses são retiradas de lá.

Sem aviso, as palavras que minha filha pronunciava com os adoráveis erros fonéticos dos primeiros anos de vida começaram a ser faladas com perfeição. As fraldas, que ocupavam um enorme espaço nas gavetas, se foram para não mais voltar.

Onde está aquele bebezinho que morava em minha casa? Deu lugar à uma linda menininha, que a cada nova fase me apresenta novos desafios e alegrias. E, por incrível que pareça (porque dá um trabalho enorme cuidar de criança pequena!), sinto que sentirei saudades de muitas coisas que vivemos nos dias de hoje.

Imagino que você tenha o mesmo sentimento. Por isso, acredito que vá se identificar com a lista das coisas que eu sugiro fazer antes que so filhos cresçam. Ao final, me conte como você poderia complementá-la, combinado?

15 coisas para fazer antes que os filhos cresçam

- Segurá-lo por uma hora inteira, enquanto ele descansa em seus braços (lembre-se de que em pouco tempo seu corpo não caberá mais nesse mesmo espaço).

- Sentir sua mão que a agarra com força, apesar de ter o tamanho do dedo mindinho.

- Cheirar seu cabelo, na tentativa de guardar para sempre na memória aquele aroma de bebê.

- Fazer caretas e vê-lo gargalhar. E perceber que a alegria não depende de mais nada.

- Deixá-lo dormir em sua cama naquela noite terrivelmente fria de inverno.

- Levá-lo à praia e passar uma tarde inteira pegando conchinhas.

- Marcar sua altura na mesma parede, a cada ano que passa.

- Comer chocolate escondido e vê-lo se perguntar de onde vem aquele cheirinho gostoso (que dó!).

- Inventar a história mais sem pé nem cabeça que lhe passar pela cabeça. Ele não discutirá o porquê "da girafa ter entrado no disco voador para ir à festa que a vovó está fazendo no quintal de casa".

- Aproveitar o título de mãe (ou pai) mais sabido do universo.

- Brincar de esconde-esconde e vê-lo com metade do corpo para fora do esconderijo, certo de que está muito bem escondido.

- Tomar chá imaginário, comer a comida do restaurante que ele acabou de abrir ou brincar de super-herói (com direito a correr com capa pela casa).

- Fazer com as próprias mãos seu bolo de aniversário (aproveite que nessa fase ele sempre dirá que ficou lindo, independente de seu grau de inabilidade para a tarefa).

- Abraçá-lo com todas as suas forças na saída da escola. Em alguns anos, isso será considerado "pagar o maior mico com a galera".

- Dizer "eu te amo" todos os dias! Para que nunca, sequer por um segundo, ele deixe de acreditar você estará lá sempre que ele precisar.

retirado de: http://www.disneybabble.com.br/br/rede-babble/fam%C3%ADlia/15-coisas-para-fazer-antes-que-os-filhos-cres%C3%A7am/?ex_cmp=SP_memorias_FBK

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

10 dicas para criar uma menina segura de si

Veja como você pode ajudar a construir a autoestima da sua filha


1) Carinho nunca é demais. Crianças que nascem em um lar afetuoso tornam-se mais confiantes para enfrentar os problemas que vão surgir.

2) Saltos, maquiagem e roupas de adulto é coisa de gente grande. Mesmo que a sua filha insista, vale lembrar que tudo tem seu tempo – e ela ainda não está preparada para se comparar aos modelos de beleza que a sociedade impõe por meio da moda e da indústria de cosméticos.

3) Deixe-a correr atrás dos próprios sonhos. Isso significa incentivá-la a fazer as coisas sozinha desde cedo, seja comer com talheres ou calçar os sapatos.

4) Não subestime os sentimentos da sua filha. Se a criança está chateada com alguma coisa, mesmo que pareça bobagem, ouça o que ela tem a dizer.

5) Por outro lado, proteger demais também faz mal. Frustrações são aprendizados, afinal.

6) Elogie na medida certa. Devemos ressaltar as virtudes e apontar os defeitos, esclarecendo que é sempre possível recomeçar.

7) Esteja presente. O olhar dos pais é fundamental para apresentar a realidade à criança de maneira crítica, nas experiências do dia a dia.

8) Evite os rótulos. Em vez disso, explique as diferenças. Algumas pessoas são tímidas, outras são extrovertidas e por aí vai. Isso é importante para ela aprender a se conhecer e a se respeitar do jeito que é.

9) Pela mesma razão, é fundamental ensiná-la a ter uma boa imagem do próprio corpo. Incentive-a cuidar de si mesma, com uma boa alimentação e praticando esportes, por exemplo. E, principalmente, sem comparações. Cada pessoa é única e especial!

10) Por último, é preciso deixar claro que a felicidade não se compra. Bens materiais, como brinquedos, roupas e sapatos, são legais. Mas a autoestima se constrói com base nas relações humanas – e quanto mais sólidas, melhor.

Fonte: Valeria Valenza, coordenadora pedagógica do Colégio Palmares, de São Paulo


Retirado de: http://revistacrescer.globo.com/Mae-de-meninas/noticia/2014/05/10-dicas-para-criar-uma-menina-segura-de-si.html

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

10 elogios que seus filhos precisam ouvir


Crianças precisam de elogios. Use esses 10 elogios para mostrar ao seu filho o quanto você se importa.
Por Heather Hale

Nossos filhos precisam ouvir palavras de afirmação de nós a cada dia. Às vezes, é fácil esquecer que nossos filhos têm as mesmas necessidades profundas e emocionais que nós. Mas quando paramos nossas tarefas para elogiá-los de maneira sincera, isso aumenta a sua autoestima e a qualidade de nosso relacionamento com eles. Se você está querendo ter uma conexão mais profunda com seus filhos, pense em como você pode adaptar um desses 10 elogios especialmente para eles.

1. Adoro ver você jogar/fazer isso
Você cai na armadilha de apenas parabenizar seu filho quando ele é bem-sucedido em alguma coisa? Em vez disso, tente elogiar os seus esforços, seja no campo de futebol, na sala de aula ou ajudando em casa. Ensine a seu filho que é o esforço, mas nem sempre o resultado, que importa. Esse é o caminho mais rápido para construir uma autoestima saudável.

2. Estou tão feliz por você ter escolhido passar um tempo comigo hoje
Se não fizermos esforços para nos aproximar de nossos filhos, eles vão correr na direção oposta. Quando a criança escolhe passar um tempo com o querido e velho pai, elogie seu uso do tempo. Faça com que ela saiba que você aprecia o seu esforço para se aproximar.

3. Você fez um ótimo trabalho fazendo isso sozinho
Às vezes, as tentativas de independência de nossos filhos não dão muito certo, mas isso não significa que devemos repreendê-los. Toda vez que seu filho tentar ser independente, reconheça e recompense seus esforços.

4. Eu gosto de seus amigos
Conforme nossos filhos ficam mais velhos, vamos perdendo influência na questão amigos. Quando seu filho trouxer para casa amigos que você aprova, diga isso a ele. Apesar das evidências mostrarem o contrário, ele quer sua aprovação. Ele vai ouvir sua opinião sobre seus amigos quando for apresentada de uma forma positiva.

5. Você está muito bonito hoje
Um dos melhores presentes que podemos dar aos nossos filhos é uma maneira saudável de ver a aparência. Quando você elogia uma característica que a criança não pode mudar, como a cor dos olhos ou a composição corporal, isso envia a mensagem de que a beleza é algo que você tem ou não. Em vez disso, elogie o penteado apropriado, a escolha de roupas apropriadas e um sorriso vencedor; todas as coisas que seu filho pode controlar.

6. Obrigada pela sua atitude hoje
Mais cedo ou mais tarde, temos que fazer coisas que não queremos fazer. Deixe para o seu filho a mensagem de que a atitude conta, mesmo quando você se encontra em uma situação ruim.

7. Que legal que você aprendeu isso
A infância e a adolescência têm vários marcos. Não os deixe passar despercebidos. Quando seu filho dominar um conceito matemático difícil ou trouxer para casa uma licença provisória para dirigir, faça o seu entusiasmo corresponder a alegria de seu filho. Compartilhe seus triunfos.

8. Você me inspira
Às vezes, as crianças sentem como se estivessem abaixo de seus pais. Embora os pais mereçam muito respeito, os filhos precisam saber que eles abençoam a sua vida, tanto quanto você abençoa a deles. Diga-lhes o quanto você aprecia sua criatividade e energia e como o exemplo deles influencia você positivamente.

9. Você é um ótimo irmão ou uma ótima irmã
Relacionamentos entre irmãos podem causar alguns dramas, então elogie seus filhos quando eles se esforçarem para fazer as pazes. Quando seu filho não continua com uma discussão, ele merece reconhecimento, tanto para o seu próprio bem quanto para inspirar as outras crianças na casa.

10. Sou tão grata(o) por você ser parte da nossa família
Dias ruins vêm e vão. Os filhos crescem e mudam, mas seu filho precisa sentir-se seguro em seu lugar na família. Conforme ele vai para a escola, ganha independência, e eventualmente sai de casa, ele precisa saber que ele sempre terá um lugar especial em seu coração e na unidade familiar.


Traduzido e adaptado por Sarah Pierina do original 10 compliments your kids need to hear.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Escala de Desenvolvimento Atividades Vida Diária

Escala Desenvolvimento Atividades de Vida Diária - Vestuário

-tira a meia-18 meses
-tira o sapato-2 anos
-tira a calça (necessita de ajuda para passar nos quadris)-2 anos
-desabotoa os botões médios da camisa-3 anos
-desamarra o laço-3 anos
-tira a roupa sem fechos-3 anos
-veste cueca /calças-3 anos
-veste meias-4 anos
-abotoa botões grandes de camisa-4 anos
-enfia laço no sapato-4 anos
-veste-se e despe-se com ajuda-4 anos
-abotoa botões tamanho médio-5 anos
-veste-se,exceto pequenas abotoações-5 anos
-amarra sapatos-6 anos
-abotoa botões pequeno-6 anos


Escala Desenvolvimento da Atividade de Vida Diária - Alimentação

-segura a mamadeira com duas mãos-24 semanas
-bebe num copo com ajuda-28 semanas
-usa os dedos para alimentar-se-9 meses
-bebe num copo sem ajuda-18 meses
-segura a colher-12 meses
-mastiga sozinho-12 meses
-enche a colher com alimento-18 meses
-levanta o copo e bebe bem-18 meses
-segura o copo com uma mão-2 anos
-desembrulha a bala-2 anos
-alimenta-se com colher sozinho-2 anos
-precisa-se um pouco de ajuda na alimentação-brinca-2 anos
-alimenta-se sozinho-3 anos
-derrama água de jarra para o copo-3 anos
-interressa-se em preparar a mesa-3 anos
-levanta-se da mesa com frequência-3 anos
alimenta-se com garfo-4 anos
-bebe pelo canudo-4 anos
-fala e come/quase nunca se levanta da mesa-4 anos
-come rapidamente-5 anos
-usa a faca para cortar alimento-6 anos

Escala de Desenvolvimento Atividades Vida Diária - Higiene

-controle esfincter diurno-2 anos
-lava e enxuga partes da mão-2 anos
-pede para ir ao banheiro-2 anos
-lava e enxuga as mãos-3 anos
-controle esfíncter noturno-3 anos
-escova os dentes-4 anos
-lava e enxuga o rosto-4 anos
-penteia e escova os cabelos-6 anos
-limpa o nariz-6 anos

Desenvolvimento das habilidades motoras finas

0-3 meses
•as mãos frequentemente permanecem fechados
•tem reflexo de agarrar (objetos agarra involuntariamente se colocado na palma da mão)
2-4 meses
•alcança objetos
4-8 meses•pode transferir objetos de um lado para o outro
•pode pegar cubo/objetos coloridos ou contraste(preto/branco ou amarelo/vermelho) linha média
10 meses•pega brinquedos para a frente e a lado
12 meses•capazes de pegar objetos pequenos com o polegar e o dedo indicador


2 ANOS
•coloca sapatos, meias, tira os sapatos e meias
•pode usar uma colher por si mesmo, mantendo-o na posição vertical
•pode desenhar e copiar uma linha vertical

3 ANOS
•seqüências de grandes contas
•recortar o papel com uma tesoura
•faz bolinhas e rolinhos com a massinha
•pode desenhar e copiar uma linha horizontal

4 ANOS
•capaz de completar puzzles simples
•pode construir uma torre de nove pequenos blocos ou mais
•pode obter-se vestir / despir de forma independente; só precisa de ajuda com botões, ainda confunde frente / trás para a roupa, e à direita / esquerda para calçados
•pode alimentar-se com pouco ou nenhum vazamento, bebidas de um copo de vidro com uma mão
•pode derramar sua bebida de uma jarra se não for muito pesado
•pode colocar pequenas estacas em pequenos orifícios

5 ANOS•pode usar a tesoura e cortar a seguir duas linhas retas e curvas
•pode gerenciar botões, zíperes, fechos e completamente
•pode desenhar e copiar uma cruz (uma vertical e uma horizontal linhas se cruzam)
•pode conter garfo com os dedos
•pode se alimentar com sopa derramando pouca ou nenhuma
•dobras de papel ao meio
•coloca uma chave em uma fechadura e abre

5-6 ANOS
•Pode vestir-se completamente sozinho e, geralmente, amarrar os sapatos
•cortes quadrado, triângulo, círculo e imagens simples com uma tesoura
•usa uma faca para espalhar os alimentos (geléia, manteiga de amendoim, maionese, etc), usa uma faca para cortar alimentos macios
•capaz de desenhar e copiar uma linha diagonal

6 ANOS
•mão de coordenação bilateral suficiente para cortar as imagens complexas, seguindo exatamente o contorno
•capaz de copiar uma seqüência de letras ou números corretamente
•poder completar puzzles complexos