A diferença para a TPM comum, é que seus sintomas são tão severos que chegam a interferir no dia-a-dia da mulher, prejudicando até mesmo no seu trabalho. O que as pesquisas indicam que 3 a 5% das mulheres em fase reprodutiva são as que mais sofrem com essa doença.
Apresenta os seguintes sintomas, que ocorrem na fase final de cada ciclo:
-Depressão, sentimentos de falta de esperança ou pensamentos auto depreciativos.
-Ansiedade, tensão, sentimentos de estar "fora de controle".
-Forte instabilidade emocional.
-Raiva ou irritabilidade persistente e conflitos inter-pessoais aumentados.
-Desinteresse pelas atividades habituais.
-Dificuldade em se concentrar.
-Falta de energia.
-Alteração acentuada do apetite, excessos alimentares ou avidez por determinados alimentos.
Para que a mulher seja diagnosticada com a "síndrome" da TDPM ela deve sentir no mínimo 5 dos sintomas da TPM comum que interfiram nas atividades habituais da mulher.
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Voltando a falar da terapia pelo simples fato de que NUNCA tinha ouvido falar em TDPM e achei tão curioso que resolvi vir aqui falar disso, vai que alguém sofre com isso e não sabe.
Conversando com a psicóloga novamente, ela falou sobre a TDPM, achei uma explicação bem plausível para o que ando sentindo nesses meses sem AC... Dentre as minhas "tarefinhas de casa" desse último encontro, uma delas é pesquisar mais sobre a TDPM.
Estou a pensar que talvez aqueles quinze anos tomando AC, não foram assim tão em vão. O AC amenizava a TDPM... Então, eu não sentia esses sentimentos tão perturbadores e talvez por isso também, não descobri antes. Não sei se é apenas isso ou se tem mais coisa envolvida no conjunto; acho que ainda é cedo para fechar totalmente a "sentença", pois ainda há todo histórico de vida que ela irá avaliar. Mas, com certeza, acho que esse TDPM, tem tudo a ver.
Preciso confessar que não segui os conselhos de vocês (mas, por favor,não deixem de expressar suas opiniões, me ajuda muuuuuito). Não cheguei lá falando do meu preconceito e tal... Porque esta semana, eu não estou "sofrendo". Aqueles sentimentos e pensamentos agoniantes se foram junto com o RED, e, agora, consigo falar normalmente a respeito deles, do meu preconceito e do que eu penso/pensava que tenho/tinha sem me abalar tanto. Então não achei necessidade de abordar isso logo de cara. Me preparei psicologicamente e se surgisse o tal diagnóstico, eu falaria a respeito do meu preconceito e tal. Mas, lógico que deixei um longo texto escrito abortando isso, lá na tarefinha de casa do encontro da semana passada para ela ler.
Sexta, dia 11, tenho consulta de retorno na GO.
Essa semana promete.
"vai dá certo"
=)
=)