quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Você sabe o que é TDPM?

TDPM ou Transtorno Disfórico Pré-Menstrual é uma forma grave de síndrome pré-menstrual e é também conhecida como depressão pré-menstrual.

A diferença para a TPM comum, é que seus sintomas são tão severos que chegam a interferir no dia-a-dia da mulher, prejudicando até mesmo no seu trabalho. O que as pesquisas indicam que 3 a 5% das mulheres em fase reprodutiva são as que mais sofrem com essa doença.

Apresenta os seguintes sintomas, que ocorrem na fase final de cada ciclo:
-Depressão, sentimentos de falta de esperança ou pensamentos auto depreciativos.
-Ansiedade, tensão, sentimentos de estar "fora de controle".
-Forte instabilidade emocional.
-Raiva ou irritabilidade persistente e conflitos inter-pessoais aumentados.
-Desinteresse pelas atividades habituais.
-Dificuldade em se concentrar.
-Falta de energia.
-Alteração acentuada do apetite, excessos alimentares ou avidez por determinados alimentos.

Para que a mulher seja diagnosticada com a "síndrome" da TDPM ela deve sentir no mínimo 5 dos sintomas da TPM comum que interfiram nas atividades habituais da mulher.

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Voltando a falar da terapia pelo simples fato de que NUNCA tinha ouvido falar em TDPM e achei tão curioso que resolvi vir aqui falar disso, vai que alguém sofre com isso e não sabe.

Conversando com a psicóloga novamente, ela falou sobre a TDPM, achei uma explicação bem plausível para o que ando sentindo nesses meses sem AC... Dentre as minhas "tarefinhas de casa" desse último encontro, uma delas é pesquisar mais sobre a TDPM.

Estou a pensar que talvez aqueles quinze anos tomando AC, não foram assim tão em vão. O AC amenizava a TDPM... Então, eu não sentia esses sentimentos tão perturbadores e talvez por isso também, não descobri antes. Não sei se é apenas isso ou se tem mais coisa envolvida no conjunto; acho que ainda é cedo para fechar totalmente a "sentença", pois ainda há todo histórico de vida que ela irá avaliar. Mas, com certeza, acho que esse TDPM, tem tudo a ver.

Preciso confessar que não segui os conselhos de vocês (mas, por favor,não deixem de expressar suas opiniões, me ajuda muuuuuito). Não cheguei lá falando do meu preconceito e tal... Porque esta semana, eu não estou "sofrendo". Aqueles sentimentos e pensamentos agoniantes se foram junto com o RED, e, agora, consigo falar normalmente a respeito deles, do meu preconceito e do que eu penso/pensava que tenho/tinha sem me abalar tanto. Então não achei necessidade de abordar isso logo de cara. Me preparei psicologicamente e se surgisse o tal diagnóstico, eu falaria a respeito do meu preconceito e tal. Mas, lógico que deixei um longo texto escrito abortando isso, lá na tarefinha de casa do encontro da semana passada para ela ler.

Sexta, dia 11, tenho consulta de retorno na GO.

Essa semana promete.

"vai dá certo"

=)

terça-feira, 8 de setembro de 2015

E dizem que Deus não fala com a gente...

Estava eu voltando de uma visita a obra. Indo por uma avenida que costumo andar muito, mas nunca tinha reparado nada de extraordinário, avenida sempre engarrafada e tal. Mas hoje eu reparei. Vi essa mensagem:



Talvez essa pichação até já estivesse por lá e eu que nunca tinha reparado... Mas, hoje, eu vi e tenho certeza: Deus fala com a gente! ;)

domingo, 6 de setembro de 2015

Sobre a saga de tentante

Bem, o que posso dizer para atualizar? Entramos novamente no período fértil hihihi \o/

Se eu acho que vai ser esse mês? Não. Entretanto, sigo nos "treinos" kkkkk Porque curtir a vida a dois é muito bom também ;)

Estou tentando ficar tranqüila quanto a isso de "engravidar", ainda estou aguardando a consulta que será dia 11, para enfim discutir sobre fazer o exame da endometriose. Agora eu estou quase convencida que tenho isso mesmo, mas não vou me deixar abalar antes de fazer os exames que comprovem de fato. Quais os meus sintomas? Aquelas velhas pontadas que estão bemmmm mais fortes, incomodo nas relações dependendo do fator "época do mês-posição" e discreta alteração no funcionamento do intestino durante o período do red.

Sabe, não estou mais "tão desesperada" para engravidar assim. Só não adio mais essa futura gravidez pois não tenho como ter certeza se algum dia eu vou conseguir engravidar. Porque, imagina só, se agora que estou nova está difícil assim, imagina quanto tiver mais velha.

Hoje estou "menos triste" e relativamente tranqüila. Próxima semana irei viajar e estou confiante que não vai chover enquanto eu estiver por lá kkkkk (Cruzem os dedos). Quero muito sol para curtir a praia. Quero voltar de lá vermelha (porque bronzeada mesmo, eu não fico, saio do branco direto pro vermelho).

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

OFF TOPIC :: Arquitetura...

Olha que interessante como foi a evolução das plantas de apartamento através do tempo, dá para perceber a mudança de comportamento da sociedade sendo refletido no desenho das plantas.

http://infograficos.oglobo.globo.com/economia/exemplos-de-plantas-de-apartamentos-de-dois-quartos-ao-longo-das-decadas.html

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

OFF TOPIC :: Terapia

Talvez esse seja o primeiro e talvez o último post que falarei disso, para mim isso é um assunto polêmico e seria mudar totalmente o foco do blog. Eu digo "talvez" porque não posso garantir, mas, juro, vou evitar esse assunto para não bagunçar as coisas aqui.

Esses dias, fui para a primeira consulta de terapia da minha vida. Eu sei que devia ter começado isso há pelo menos uns dez a quinze anos atrás... Tenho muitos assuntos "inacabados", os quais vez ou outra é como se eles voltassem. E eu sinto como se fosse um "looping infinito". Preciso dizer que isso me entristece? É como se você nunca conseguisse se libertar disso, por mais que você lute lute lute...Acontece alguma coisa que te lembra o passado e você volta a reviver tudo que queria esquecer, isso acontece principalmente quando fico "baixo astral".

Só que vocês sabem como a vida de tentante é. É feita de "altos" e "baixos". Só que esses baixos sucessivamente... andam me afetando mais do que deveriam.  Porque não é só a tristeza pelos negativos, é uma tristeza que vai para os mais diversos aspectos da minha vida.

Fui para a consulta, mas estou insegura. Fiquei extremamente desconfortável lá. Você falando com uma desconhecida. E o pior? Você começa a tentar falar, mas mais de repente, a voz engasga e começa a chorar assim do nada. Porque isso? É difícil. E isso, a terapia ainda não começou de fato... Era só eu tentando responder a perguntinha básica: "Porque você está aqui?".

Para mim, é extremamente desconfortável vencer meu preconceito de "fazer terapia". Eu sei que logo ela vai fazer um diagnóstico. Eu sei que estou com problemas e que preciso de ajuda. Mas eu realmente não gostaria de receber um "nome" para isso que sinto, porque seria só para confirmar as minhas suspeitas de que tenho depressão. Não quero ser taxada de "depressiva". Ser chamada assim seria só para ter outra coisa com a qual lidar, mais preconceitos. E medicação? Ah porque a primeira coisa que costumam fazer com pessoas assim é passar medicação. Puxa, eu não quero tomar medicação nenhuma. Quero só conversar mesmo. Pode ser ou está difícil?

Não sei, estou tão desconfortável...

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

A próxima fuga

Já ando preparando a próxima fuga. 

Viajar... Me desligar da vida... Ficar incomunicável... 

Serão só três dias até porque não estava programado.  Marido e eu decidimos por impulso. Sabe aquela praia que seria nosso destino em uma "viagem de comemoração" quando eu engravidasse? Poiseh, decidimos não esperar... E o nosso destino seria: Icaraizinho de Amontada.

E fomos pesquisar novamente as pousadas e perguntar para conhecidos a respeito de lá. Mas confesso que desanimei, não estava muito para "aventura".  Para chegar lá, tem que pegar a estrada... Lógico que isso também é um dos motivos que faz a praia de lá ser bem tranqüila e isolada.

As duas pousadas que pesquisei funcionam com chalés. Uma tinha oito chalés e a outra tinha seis. São bem aconchegantes e reservadas. Os chalés são incríveis! Tem hidro e tudo. Em uma da pousadas, o café da manhã é privativo, servido na varanda do chalé. É excelente para casais em lua de mel. "Conforto e privacidade". Só lembrei da lua de mel da Bela e do Edward (Crepúsculo, não me julguem!...kkk).

Mas, se quiser algo a mais, além da praia e da piscina... A cidade em si, não tem nada. Não é como Jericoacoara que tem a vila para passear... Percebi que Icaraizinho de Amontada é realmente para quem quer se isolar do mundo, não interagir com ninguém. Não é exatamente o que quero agora, minha vontade atual é apenas descolar da realidade e mudar um pouco o  foco da mente, apesar da idéia dos chalés totalmente privativos ser bem interessante se é que me entendem... hihihi

Bem, estamos estudando as possibilidades.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Buscando ajuda

Ainda não estou preparada para falar de um assunto tabu acolá. Talvez algum dia eu fale sobre ele, mas por enquanto não. Não estou prepara ainda.

Vocês sabem como eu estava triste esses dias... Tão triste que resolvi que era hora de buscar ajuda. Sabe aquele contato de uma psicóloga que peguei em maio? Poiseh, enfim, criei coragem e marquei uma consulta. Para mim, isso foi extremamente difícil de fazer. Eu assumo, tenho preconceito com essas coisas. E ainda não posso dizer que estou liberta totalmente do preconceito porque sinceramente não sei como será. Como será que é uma consulta com uma psicóloga? Será que a gente chega lá e simplesmente fala? Se for assim, não irá funcionar, sou muito fechada... Será que ela faz perguntas? Nunca fui para uma consulta assim...

Só para conseguir coragem para agendar essa consulta, se passaram quatro meses... Sei que é difícil entender porque levo tanto tempo para conseguir tomar atitudes... Mas vamos ver o lado positivo; demora, só que alguma hora eu acabo me mexendo.

Lembram que eu tinha dito que 2014 foi um ano difícil? Marido foi muito mais pragmático que eu e logo cedo se libertou das amarras do preconceito e procurou ajuda para aprender a lidar com tudo o que o aborrecia. Começou a fazer terapia.

Eu nunca acreditei muito nesse negócio de terapia... Mas sabe quando você convive com uma pessoa e percebe que ela mudou uns 90% para melhor depois que fez terapia? Lógico que nem tudo são flores e as vezes o desestímulo nele aparece, mas não como antes.

Quando finalmente eu disse: "Marquei a consulta", marido comemorou muito, ele sabe que irá me fazer bem... Só que marido acha que minha tristeza se resume ao assunto "gravidez" e não é bem assim... Não é só essa frustração que anda me deixando para baixo.

Não sou do área, mas não acredito que meu "tratamento" seja algo tão passageiro como foi o dele. Sim, eu tenho receio de ser rotulada de "louca e doente" por estar fazendo terapia, preconceito meu, eu sei... Só que eu resolvi arriscar. Marido conseguiu mudar algumas perspectivas com a terapia dele, será que eu conseguiria mudar as minhas também, apenas conversando com alguém?

Porque a tristeza que sinto me deixa muito para baixo. Me sinto incapaz, inútil e, no geral, não tenho ânimo para fazer nada, vou apenas na inércia. Me sinto abandonada e julgada pelas pessoas. Olhar a situação do mundo ao redor me entristece...

Percebi que definitivamente isso não é um caminho bom... Preciso de ajuda, mesmo. Não sei como será isso, mas estou esperançosa que consiga mudar o modo como ando enxergando as coisas.